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Legislativas

​Habitação, o direito de abril que “menos avançou”. CDU quer 1% do PIB no setor

03 mai, 2025 - 18:21 • Cristina Nascimento

No último dia de pré-campanha, a CDU dedicou a manhã ao tema da habitação. Comunistas querem mais investimento público no setor e estabilidade das rendas, com contratos de 10 anos.

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A chuva alterou os planos da caravana da CDU. A ideia era um momento de contacto com a população no Pinhal Novo, em Palmela, Setúbal. A organização passou a iniciativa para a Associação de Reformados.

Oficialmente ainda em pré-campanha, mas a comitiva já assume o ritmo de campanha.

“Começamos bem esta batalha eleitoral, ainda que não seja primeira vez que tratamos deste assunto fundamental na vida das pessoas”, começou por dizer o secretário-geral comunista, Paulo Raimundo.

O assunto em causa é a habitação o direito de abril “que menos avançou”, apontou a líder parlamentar do PCP, Paula Santos. Cabeça de lista da CDU por Setúbal, Paula Santos revela que, por curiosidade, foi fazer uma pesquisa quanto custaria arrendar um T2 no Pinhal Novo. “900 euros”, assegura, lembrando que este valor é superior ao ordenado mínimo nacional.

Perante cerca de 100 pessoas, Paulo Raimundo tomou depois a palavra, começando por dizer que “uma casa é mais do que quatro paredes, é uma vida”.

O líder comunista lamenta que o Estado tenha uma participação de 2% no setor, considerando que é a falta de presença estatal que tem conduzido a habitação à situação atual.

Para resolver os problemas, Raimundo diz que é necessária “coragem e gente séria”, que é preciso estancar a especulação e defende que o Estado invista 1% do PIB no setor e estabilidade para o mercado de arrendamento com contratos a 10 anos de duração.

Paulo Raimundo reitera ainda a necessidade de aumentar rendimentos – salários e pensões.

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