Ouvir
  • Noticiário das 0h
  • 17 mai, 2026
A+ / A-

Legislativas 2025

⏱️ A campanha em 37 segundos. Críticas a Montenegro não fizeram greve no quinto dia de estrada

08 mai, 2025 - 21:21 • Ana Kotowicz

"Um dia vamos ter de pôr cobro a isto", foi a frase usada por Montenegro quando falava da greve da CP, embora dizendo que o direito a paralisar não estava em causa. A oposição não deixou passar em branco.

A+ / A-

3, 2, 1... 🚀

Aconteceu nas últimas horas de campanha:
  • Fast forward. O que é que Pedro Nuno Santos considera "uma afronta à democracia" e Paulo Raimundo vê como "uma casca de banana" em que não quer escorregar? Ambos se referiam às palavras de Luís Montenegro. Ao falar sobre a greve "absolutamente injusta" na CP, o líder do PSD afirmou: "Um dia vamos ter de pôr cobro a isto." Mas pôr fim exatamente a quê? Isso ficou sem explicações, sendo o suficiente para gerar reações, mesmo que Montenegro tenha acrescentado que não estava a pôr em causa o direito à greve.
  • Se o PS viu nas palavras do líder do PSD uma "ameaça" aos trabalhadores, o secretário-geral do PCP viu uma armadilha: “O objetivo de Luís Montenegro é que agora passe aqui a comentar: ‘Ai, ai, ai, que ele vai atacar o direito à greve. Ai, ai, ai…’. Ora, não é isso que a gente precisa agora. Isso é conversa para a gente se distrair.” E recusou entrar na polémica.
  • Na Iniciativa Liberal, Rui Rocha ficou em cima do muro. Pode mexer-se nas leis laborais? Sim. E no direito à greve? Não. O deputado, que diz ser "um lesado da CP" nas viagens entre Braga e Lisboa, embrulhou a discussão do dia com uma só frase: "Não há leis intocáveis. O direito à greve, em si mesmo, é intocável."
  • 🚨 Um dia depois de Aveiro, a comunidade cigana esperava por André Ventura no centro de Braga. Durante a troca de insultos acesa, o líder do Chega voltou a ser acusado de ser racista e de alimentar o discurso de ódio. Em resposta, Ventura atirou que quem ali parou para protestar, devia era estar a trabalhar.

🔎Quer mais detalhes? Veja o nosso minuto a minuto ou leia tudo sobre a campanha eleitoral.


    📻 E se só tiver tempo para ouvir uma coisa... Ouça Aline Hall de Beuvink, Pedro Gomes Sanches e José Pedro Mozos, o trio de um dos novos podcasts da Renascença. Neste episódio de Incensuráveis discutem-se as dinâmicas da campanha eleitoral. E fica esta pergunta no ar: Montenegro segue a estratégia de António Costa?

    ⚠️Se lhe passou despercebido... Vale a pena ler esta explicação da jornalista Salomé Esteves sobre o peso de cada voto. O sistema eleitoral português desperdiça centenas de milhares de votos. Só nas legislativas do ano passado, mais de 1,2 milhões de votos não elegeram um único deputado. Este ano, o cenário repete-se. Mas poderia haver uma solução.


    📌OS NOSSOS DESTAQUES

  • Montenegro defende alterações à lei da greve: "Porque também há o direito a trabalhar e a circular"
  • Marcelo. "As greves são uma forma de chamada de atenção em período eleitoral"
  • Como evitar desperdício de 850 mil votos? Um círculo de compensação de 10 deputados
  • IL. Rocha não dá primeiro passo no namoro com a AD e pede fim da ideologia na educação
  • Fernando Rosas pede fim do “monopólio rotativo” do PS e PSD
  • Incensuráveis. Montenegro segue estratégia de António Costa?
Ouvir
  • Noticiário das 0h
  • 17 mai, 2026
Saiba Mais
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque