Legislativas 2025
RIR vai às Caldas da Rainha mostrar que Márcia Henriques "não é igual" aos outros políticos
15 mai, 2025 - 14:42 • Lusa
Márcia Henriques fala de uma campanha "sem fundos, sem financiamentos". A presidente do RIR apela o eleitorado a "não ir na cantiga do voto útil".
A presidente do partido Reagir. Incluir. Reciclar (RIR), Márcia Henriques, levou esta quinta-feira a Caldas da Rainha a mensagem de que "os pequenos" também contam e o apelo à participação nas eleições voto sem "ir na cantiga" do voto útil.
Em dia de feriado municipal, Márcia Henriques e uma comitiva do RIR percorreram a principal rua de comércio e a praça da fruta das Caldas da Rainha, no distrito de Leiria, para transmitir a quem os quis ouvir a mensagem: "os pequenos também contam".
A frase foi inscrita num pequeno lápis, "o único brinde" que a comitiva conseguiu distribuir na ação de campanha desta quinta-feira do partido que "não tem dinheiro público para gastar". Sendo "as canetas muito caras", os candidatos "fizeram uma vaquinha para fazer este lápis especial para oferecer", explicou Márcia Henriques aos vendedores que perguntavam por "uma caneta, ou t-shirt".
Ao contrário do alguns "flyers" recusados por quem ia dizendo já saber em quem ia votar ou por quem nem sequer irá votar "por motivos religiosos", aos pequenos lápis não se registaram recusas. Ainda assim, a aceitação do brinde veio, por vezes, acompanhada de críticas aos "políticos que são todos iguais".
"Eu não sou igual", garantiu Márcia Henriques, explicando as diferenças dos candidatos do seu partido. A comitiva distribuiu e "flyers" ao som do hino do RIR, criado por inteligência artificial, e difundido através de um mochila transportada às costas do cabeça de lista por Portalegre, Emanuel de Jesus.
O esforço da iniciativa de campanha esteve quase a dar frutos, junto de um vendedor do mercado que afirmou ter "votado no Tino de Rans para as presidenciais". Aliás, acrescentou, "estava a ponderar votar no RIR". Nestas legislativas, contudo, já não o vai fazer porque, "a Márcia é simpática" mas, explicou: "não gostei do que disse sobre baixar o imposto do gasóleo".
Tudo "normal", disse a presidente do partido à agência Lusa, lembrando que "em campanha se encontra de tudo", desde "as pessoas que aceitam a mensagem do RIR às que são ferrenhas pelo seu partido".
Convicta da importância de "dar a conhecer o partido", Márcia Henriques não esconde o objetivo de "subir a votação" nas eleições legislativas do próximo domingo, vincando "o trabalho difícil" que tem sido feito, "ano a ano, passo a passo, a passar a mensagem sem fundos, sem financiamentos".
Por isso, a poucos dias do final da campanha, presidente do RIR deixa o apelo para que os eleitores "não fiquem em casa" e para que cumpram a "sua obrigação de votar", já que "quem não vota não pode reclamar". .
Nos 230 lugares do parlamento "haverá lugar para o RIR" , um partido com "uma mensagem sensata, muitas ideias que poderiam ser aproveitadas pelo Governo e pelos partidos com maioria que se vão sentar na Assembleia", sustentou, recomendando: "não vão na cantiga do voto útil".
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