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Legislativas 2025

Louçã, Marisa Matias, António Filipe e mais. Quem ficou de fora do Parlamento?

19 mai, 2025 - 03:53 • João Pedro Quesado

São poucos os nomes conhecidos fora da esquerda que falharam a eleição para a Assembleia da República. O PS deixou de fora uma ex-secretária-geral da Juventude Socialista e um ex-secretário de Estado.

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Com 156 deputados da nova Assembleia da República a pertencerem a partidos da direita — PSD e CDS (AD), Chega e Iniciativa Liberal —, pertencem à esquerda a maioria das caras conhecidas que ficaram de fora do Parlamento após as eleições legislativas deste domingo.

O partido com mais caras conhecidas por eleger é o Bloco de Esquerda. A aposta de colocar Francisco Louçã a liderar a lista de Braga, Fernando Rosas a liderar em Leiria e Luís Fazenda em Aveiro não funcionou, fazendo dos fundadores um dos rostos do pior resultado eleitoral do BE.

Mas os danos não se ficam por aí. Marisa Matias, candidata presidencial do BE em 2016 (469 mil votos) e 2021 (165 mil votos), não foi eleita no Porto — o Bloco não elegeu no círculo da Invicta. Joana Mortágua, irmã da líder Mariana Mortágua, era a cabeça de lista por Setúbal, e também não foi eleita.

José Gusmão liderava os candidatos do BE em Faro, e teve o mesmo destino. Em Lisboa, a redução de votos nos bloquistas levou à saída de Fabian Figueiredo do Parlamento.

Na CDU, a redução não foi tão grande. Ainda assim, a coligação entre o PCP e Os Verdes não elegeu Bernardino Soares por Beja — Soares foi líder do grupo parlamentar do PCP entre 2001 e 2013, e eleito deputado pela primeira vez em 1995.

António Filipe, que era o número dois por Lisboa, não conseguiu ser eleito, nem Heloísa Apolónia — que era candidata por Setúbal, distrito que representou no Parlamento entre 1995 e 2019.

O PS, que elegeu apenas 58 deputados pelo território nacional, não perdeu tantos nomes conhecidos. Entre as caras que ficaram fora do Parlamento estão Maria Begonha, atual vice-presidente do grupo parlamentar socialista e secretária-geral da Juventude Socialista entre 2018 e 2020, que não foi eleita nas listas por Lisboa.

João Paulo Rebelo, que foi secretário de Estado da Juventude e Desporto entre 2019 e 2022, e era o terceiro candidato por Viseu, também não foi eleito.

Além destes partidos, são poucos os nomes conhecidos. Joana Amaral Dias, do ADN, ainda ficou longe de ser eleita. Vitorino Silva, conhecido como Tino de Rans, era o cabeça de lista do RIR pelo Porto, mas ficou bem longe de ser eleito.

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  • NR
    20 mai, 2025 Sintra 15:08
    Portugal no bom caminho, já começou a livrar-se de certos vírus, devagarinho havemos de lá chegar, o sistema começa a tremer e a desagregar-se, ainda tenho esperança de este país vir a ser um exemplo. Agora é começar a empurrar para o mar quem cá está a mais, e continua a entrar.
  • EU
    19 mai, 2025 PORTUGAL 10:43
    Os Senhores acima mencionados ficam de fora e ficam muito bem, pois o SER HUMANO que não os escolheu, quis dizer-lhes que ENQUANTO VIVO o OUTRO Ser Humano NUNCA deve ser chamado de MÚMIA. Louça, Rosas, Fazenda e companhia limitada DEVIAM ser mais HOMENZINHOS, porque TODOS têm o seu LUGAR enquanto VIVOS. Estes Senhores são DESUMANOS e a PAGA foi-lhes dada e sem TROCO. Aprendam a ser HUMANOS e depois HOMENS, politicamente.

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