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“Não me agarre pelo pescoço.” Marcelo confrontado por ativista na Feira do Livro

04 jun, 2025 - 15:18 • Ana Kotowicz

Durante todo o tempo, o Presidente manteve-se ao lado da mulher, sorridente, e com a mão sobre o seu ombro. Mas, quando terminou de falar e Marcelo quis responder, a ativista recusou ouvir e tentou afastar-se. Nesse momento, Marcelo segurou a ativista pela parte de trás do pescoço e tentou mantê-la junto de si, para lhe responder.

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“Não me agarre pelo pescoço.” Marcelo confrontado por ativista na Feira do Livro
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Durante a sua passagem pela Feira do Livro, Marcelo Rebelo de Sousa foi confrontado por uma ativista pró-Palestina. A mulher acusou o Presidente da República de inação face à crise na Faixa de Gaza. No entanto, quando Marcelo lhe respondeu, recusou-se a ouvir as explicações do Presidente.

Nas imagens transmitidas pela RTP 3, vê-se a ativista com um cartaz em que se lia "Há genocídio da Palestina". Além das acusações feitas a Marcelo, a mulher apelou à participação num protesto: "Vai haver uma manifestação hoje às 18h00 no Camões e eu peço a todas as pessoas que se importam e que se importam com crianças que apareçam, por favor. É muito importante."

Durante todo o tempo, o Presidente manteve-se ao lado da mulher, sorridente, e com a mão sobre o seu ombro. Mas, quando terminou de falar e Marcelo quis responder, a ativista recusou ouvir e tentou afastar-se. Nesse momento, Marcelo segurou a ativista pela parte de trás do pescoço e tentou mantê-la junto de si, para lhe responder.

Nesse momento, a ativista gritou "não me agarre pelo pescoço" e afastou-se do local.

Marcelo Rebelo de Sousa, falando para os jornalistas, afirmou que Portugal mudou o sentido de voto na ONU em relação ao reconhecimento da Palestina como membro de pleno direito. "Portugal, já disse várias vezes, através do Presidente da República, através do primeiro-ministro e do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, que está, em conjunto com outros Estados europeus, a estudar e a ponderar para haver uma atitude conjunta sobre essa matéria."

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  • Quer é palco
    04 jun, 2025 E Marcelo não aprende 18:15
    Marcelo não aprende, mesmo. Os "abraços e beijinhos" já enjoam. Em lugar de dar palco e abracinhos a esta ativista de causas estrangeiras - falta de habitação, elevados impostos, salários baixos, falta de perspetivas de carreira, falta de coesão social , aqui estão muitas causas "nacionais" para a tipa defender - devia ter mandado a segurança afastá-la e seguir caminho sem trocar palavra com alguém que quer é palco
  • Bruno
    04 jun, 2025 LISBOA 17:35
    Gostaria de partilhar um testemunho pessoal e levantar um alerta importante sobre uma dimensão menos visível da violência doméstica: a violência psicológica e a alienação parental. Fui separado da minha filha por uma mãe que, durante anos, utilizou mecanismos de manipulação emocional e violência psicológica silenciosa. Uma agressão constante, invisível aos olhos da justiça, que resultou numa rutura dolorosa e irreversível no nosso vínculo. É inegável e inaceitável que a maior parte das vítimas de violência doméstica sejam mulheres. Toda violência — contra mulheres, homens ou crianças — deve ser denunciada, combatida e criminalizada com firmeza. A justiça deve proteger, mas a sua lentidão muitas vezes contribui para a destruição de vidas inteiras. No meu caso, todas as acusações contra mim foram arquivadas por provas inexistentes. No entanto, os atos de alienação e manipulação emocional a que a minha filha foi sujeita ao longo da infância passaram impunes, deixando marcas profundas. Apelo para que se fale também desta forma de violência, mais difícil de provar, mas igualmente destrutiva. Proteger as crianças é também garantir que não sejam usadas como armas em conflitos parentais. Amar-te-ei sempre Carolina. Obrigado por darem voz a todas as formas de sofrimento que precisam ser vistas e ouvidas.
  • Portugueses primeiro
    04 jun, 2025 Depois, os outros 16:26
    E que tal essa "ativista" de trazer por casa, pensar primeiro num protesto contra a inação que condena à pobreza, 2 milhões de Portugueses e cujo número não pára de aumentar? Que tal pensarem nas causas que nos dizem respeito, primeiro, em vez de andarem a tratar de causas estrangeiras? E o Marcelo nem a devia ter deixado fazer a propaganda dela, devia ter mandado a Segurança correr com a tipa.

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