Marcelo e Montenegro juntos na Alemanha para celebrar 10 de junho e ver jogo da seleção
06 jun, 2025 - 12:39 • Susana Madureira Martins
Antes de se deslocar a Lagos, na terça-feira, para as comemorações oficiais do 10 de junho, o Presidente da República visita as comunidades portuguesas residentes em Estugarda e Munique, a que se junta o primeiro-ministro.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, desloca-se este domingo à Alemanha, onde fará o arranque das comemorações do 10 de junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades portuguesas, uma visita em que será acompanhado pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, três dias após a tomada de posse do novo Governo da AD.
Numa nota no site da Presidência da República, publicada esta sexta-feira, Marcelo refere que mantém "uma tradição desde 2016", ou seja, de deslocação ao estrangeiro para comemorar o 10 de junho junto das comunidades portuguesas, anunciando que irá "celebrar" a data com os "compatriotas" residentes em Estugarda e Munique, numa visita que irá prolongar-se até segunda-feira.
Ao mesmo tempo, Marcelo Rebelo de Sousa aproveita para assistir ao jogo da seleção A de futebol para a final da Liga das Nações da UEFA, que está marcada para este domingo em Munique e que será disputada entre Portugal e Espanha. De resto, o Presidente da República tinha previsto ir a Munique na quarta-feira para assistir ao jogo da seleção nacional frente à Alemanha e que os portugueses venceram por 2-1, mas foi obrigado a cancelar a viagem, na sequência da indigitação do primeiro-ministro.
Na terça-feira, Marcelo estará bem cedo na cidade algarvia de Lagos para o içar da bandeira, dando início às celebrações do 10 de junho em território nacional. Será a última vez que o Presidente da República o fará, tendo em conta que termina o mandato em março de 2026.
Afastada ficou, entretanto, a intenção manifestada em Dezembro pelo próprio Marcelo Rebelo de Sousa de celebrar o último 10 de Junho do seu mandato junto de comunidades emigrantes portuguesas mais longínquas, como as da Ásia-Pacífico, na Austrália ou Goa, tendo mesmo sido equacionada uma deslocação a Macau. A crise política em Portugal e a posse do novo Governo da AD acabou por fazer cancelar os planos do Presidente da República que acabou por optar por um destino europeu.
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