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Hugo Soares diz que PS devia "corar de vergonha" e manifesta "confiança absoluta" na ministra

08 jul, 2025 - 20:09 • Lusa

"Hoje, espera-se menos tempo nas urgências e espera-se menos tempo por cirurgias nos hospitais", afirma secretário-geral do PSD.

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O secretário-geral do PSD afirmou esta terça-feira que o PS "devia corar de vergonha" antes de falar na situação do INEM e manifestou "confiança absoluta" no primeiro-ministro e na ministra da Saúde para ultrapassar os problemas neste organismo.

Na apresentação do candidato da coligação PSD/CDS-PP à Câmara Municipal de Odivelas, Marco Pina, Hugo Soares disse querer abordar o tema que tem estado no centro das críticas da oposição nos últimos dias, a saúde.

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"A oposição não diz que, hoje, um ano depois de termos começado a governar, há mais portugueses com médico de família do que havia há um ano, há mais urgências abertas do que fechadas do que há um ano. Hoje, espera-se menos tempo nas urgências e espera-se menos tempo por cirurgias nos hospitais, designadamente pelas cirurgias oncológicas", afirmou.

Quanto à situação do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), e já depois de ter anunciado que o PSD viabilizará pela abstenção o inquérito parlamentar proposto pela IL, Hugo Soares deixou críticas ao PS e à sua governação de oito anos.

"É preciso dizer ao PS que core de vergonha antes de falar no INEM. O PS, durante oito anos, abandonou o INEM em Portugal. E nós, num ano, não só voltamos a relocar recursos, como estamos a contratar gente e estamos a pôr em ordem uma casa que o PS tinha abandonado", disse.

O secretário-geral e líder parlamentar do PSD admitiu, contudo, que "há muito e muito trabalho para fazer" na área da saúde e "um desafio gigante no Serviço Nacional de Saúde para ultrapassar".

"Mas eu também vos quero dizer que eu tenho uma confiança absoluta no primeiro-ministro, neste Governo e na ministra da Saúde para ultrapassarmos os problemas que são estruturais no Serviço Nacional de Saúde", assegurou.

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    09 jul, 2025 Coisa que ela não está a fazer 08:33
    Se fosse a si, não seria tão assertivo: ela não está a resolver nenhum problema e limita-se a gerir a crise, embora de "consciência tranquila". E não é um caso de "sem ovos, não se fazem omeletes", como alguns insinuam. Há "poucos ovos", então o trabalho dela é adaptar a "receita" . E não o está a fazer.

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