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Portugal está "a crescer no quadro europeu ao quase mais alto nível", diz Marcelo

22 set, 2025 - 07:36 • Lusa

Chefe de Estado elogia a segurança, crescimento económico e equilíbrio financeiro de Portugal, numa receção à comunidade e funcionários portugueses da ONU, em Nova Iorque.

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, elogiou esta segunda-feira, em Nova Iorque, o crescimento económico e o equilíbrio financeiro de Portugal, que descreveu também como um país que oferece estabilidade e segurança.

"Se vos quiser dizer da situação económica portuguesa, para dizer como somos bons nisso, e não é por estar aqui o seu ministro [de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel], mas o que é facto é que já chegámos a uma coisa que era inimaginável, que é não só o equilíbrio das contas públicas, mas superavit", afirmou o chefe de Estado durante uma receção a representantes da comunidade portuguesa e funcionários portugueses da ONU.

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Marcelo Rebelo de Sousa acrescentou que Portugal passou "a ter uma dor de cabeça" que é a discussão sobre se há "mais 0,1 ou menos 0,1 em termos de superavit ou de défice", e comentou: "Antigamente eram outros países que tinham essa doença, agora é Portugal".

O Presidente da República descreveu Portugal como um país com preocupação com o equilíbrio financeiro, com a taxa de emprego e com o crescimento económico, que está "a crescer no quadro europeu ao quase mais alto nível", e também "que oferece segurança, que oferece estabilidade, que oferece um ambiente humano único".

No fim do discurso, como já tinha feito em anteriores encontros com emigrantes e lusodescendentes, o chefe de Estado exclamou que Portugal "é o melhor país do mundo".

"É um orgulho ter cidadãos como vocês, e é um orgulho que mostra a fibra dos portugueses. Nós somos assim, vamos para nove séculos de História assim, cada vez melhores, mais fortes, mais sofisticados, mais solidários, mais influentes", disse, dirigindo-se às dezenas de pessoas presentes na sala.

Na sua intervenção, Marcelo Rebelo de Sousa enquadrou as relações luso-americanas como "um percurso de aproximação constante" e destacou o crescimento do número de turistas e residentes norte-americanos em Portugal, "comprando habitação nos sítios mais espantosos".

"Os Estados Unidos hoje, sabiam, são o terceiro maior visitante do mundo em Portugal. Só têm à frente os espanhóis, também mal seria, que vão e vêm, atravessam a fronteira permanentemente, e em segundo lugar os alemães, que é uma surpresa, que já vão num milhão e setecentos mil, mas quase colados os americanos", referiu. "À volta da minha casa, em Cascais, só encontro americanos", acrescentou Marcelo Rebelo de Sousa.

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