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Grávida do Amadora-Sintra

António Filipe diz ser "grave" morte de grávida e bebé assim como reação da ministra

03 nov, 2025 - 17:17 • Lusa

Candidato às presidenciais, apoiado pelo PCP, disse também ser "inaceitável" o aumento de casos de bebés que nascem em ambulâncias, carros particulares ou até na receção de um hospital.

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O candidato presidencial António Filipe afirmou esta segunda-feira que o caso da grávida e do bebé que morreram no Hospital Amadora-Sintra é grave, assim como a reação da ministra da Saúde, Ana Paula Martins.

Em declarações aos jornalistas, no Funchal, o candidato apoiado pelo PCP realçou que a mulher "era seguida no Serviço Nacional de Saúde, ao contrário do que a senhora ministra da Saúde afirmou no parlamento".

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"É particularmente grave não só o facto em si, o que aconteceu, mas também a forma como a ministra da Saúde reagiu a isso", defendeu António Filipe, após uma audiência com o representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto, no Palácio de São Lourenço.

O candidato presidencial considerou "inaceitável" o aumento de casos de bebés que nascem em ambulâncias, carros particulares ou até na receção de um hospital, acrescentando que a estas notícias acrescem as "perspetivas orçamentais para o próximo ano de cortes no Serviço Nacional de Saúde".

"Numa situação destas, já tão degradada, haver a perspetiva de cortes no financiamento do Serviço Nacional de Saúde, isso é extremamente preocupante. Os candidatos à Presidência da República não podem ficar indiferentes perante isto, devem pronunciar-se", disse.

António Filipe insistiu que, independentemente de quem é o responsável pela tutela, "tem de haver uma política de investimento no Serviço Nacional de Saúde, a Constituição exige, e os portugueses também", vincando que a população tem consciência da importância do SNS "para resolução dos seus problemas".

O candidato, que está na Madeira numa visita de dois dias, iniciada esta segunda-feira com a apresentação de cumprimentos à presidente da Assembleia Legislativa Regional, Rubina Leal, referiu que a audiência com Ireneu Barreto foi "de cortesia" e "não houve propriamente temas substanciais em discussão" durante o encontro.

Sobre o cargo de representante da República, cuja extinção é defendida por vários partidos políticos, o comunista considera a função adequada, apontando que não defende "uma revisão constitucional para alterar as características desta figura constitucional".

Na passada terça-feira, António Filipe reúne-se com a União dos Sindicatos da Madeira, de manhã, e à tarde tem prevista uma ação de contacto com os trabalhadores da estação dos Viveiros da Câmara do Funchal.

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  • Oportuno
    03 nov, 2025 apois 20:07
    Quanto descontaram eles para a Segurança Social, antes de virem para cá usufruir (de borla) do SNS? Disso, ninguém fala. É melhor atacar as instituições, a ministra, o governo, e dar tempo de antena aos oportunistas

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