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Governo

Montenegro diz que o combate à fraude no SNS vai tornar os serviços mais eficientes

12 nov, 2025 - 17:13 • Manuela Pires

O primeiro-ministro lembra que o Governo decidiu criar uma unidade antifraude no Serviço Nacional de Saúde.

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Luís Montenegro considera que a decisão da Inspeção Geral das Atividades em Saúde vai reforçar o SNS e tornar os serviços mais “eficientes”.

Vários inspetores da IGAS estiveram esta quarta-feira em hospitais de Norte a Sul do país a analisar todas as cirurgias e consultas feitas pelos médicos em produção adicional para apurar a existência de fraudes e outras irregularidades, à semelhança do que foi descoberto no serviço de dermatologia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Questionado pelos jornalistas, Luís Montenegro lembrou que o combate à fraude vai reforçar o Serviço Nacional de Saúde.

“Evidentemente que todo o combate ao desperdício e todo o combate ao uso incorreto ou mesmo fraudulento deste investimento, que é de todos os portugueses, é o dinheiro de todos os portugueses, é útil para tornarmos os serviços de saúde mais eficientes”, disse o primeiro-ministro.

Luís Montenegro diz que é esse o caminho que o Governo quer seguir porque “corresponde, de resto, àquela que foi a orientação dada a todas as administrações de unidades de saúde, no sentido de podermos perspetivar, precisamente, uma maior otimização dos recursos incluindo financeiros”.

O primeiro-ministro aproveitou a ocasião para voltar a referir que o Governo não tem previstos cortes na área da saúde, mas, em vez disso, o que defende é mais rigor e “também com uma negociação mais favorável com os principais fornecedores do Estado, sejam eles fornecedores de equipamentos, de medicamentos ou mesmo de serviços de recursos humanos”.

Sobre a otimização de recursos na saúde, Luís Montenegro lembrou ainda aos jornalistas que o Conselho de Ministros aprovou a criação de uma unidade antifraude no SNS, precisamente “para podermos ter uma utilização mais correta, de um investimento que é absolutamente — não vou dizer incomportável porque nós temos conseguido acomodá-lo em termos orçamentais —, mas que é um esforço enorme”, disse Montenegro, voltando a referir os 18 mil milhões de euros que estão no orçamento do SNS.

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