18 jan, 2026 - 19:01 • Diogo Camilo , João Pedro Quesado
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A primeira volta das eleições presidenciais de 2026 pode ser a mais participada desde 2006. As projeções das sondagens à boca das urnas indicam uma abstenção entre 35,6% e 43% do eleitorado de mais de 11 milhões de portugueses.
A projeção da sondagem de SIC, TVI e CNN Portugal — realizada pelo ICS/ISCTE/Gfk Metris/Pitagórica — estima uma abstenção entre 35,6% e 40,6%. Esse cenário projeta uma votação entre os 7,1 milhões e os 6,5 milhões de eleitores.
A projeção da sondagem da RTP admite uma abstenção entre 37% (significaria 6,9 milhões de votantes) e 43% (6,2 milhões de votantes). Esta sondagem à boca das urnas foi realizada pela Universidade Católica.
Até às 16h deste domingo votaram 45,51% dos eleitores registados — 5.024.155 eleitores —, de acordo com os dados disponibilizados pela Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna. A percentagem de votantes até essa hora é superior aos 35,44% registados em 2021, quando o número de eleitores era também mais reduzido (10,8 milhões).
Nas eleições de 2021, a abstenção foi de 60,74%, votando 4,2 milhões de pessoas. Em 2016, a eleição mais recente em que o Presidente da República em funções não se podia candidatar, votaram 4,7 milhões de pessoas e a abstenção foi de 51,34%.
São candidatos à Presidência da República André Pestana, André Ventura, António Filipe, António José Seguro, Catarina Martins, Henrique Gouveia e Melo, Humberto Correia, João Cotrim Figueiredo, Jorge Pinto, Luís Marques Mendes e Manuel João Vieira.
O Tribunal Constitucional chumbou as candidaturas de Joana Amaral Dias, José Cardoso e Ricardo Sousa, por não cumprirem os requisitos legais.