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Presidenciais 2026

Seguro recusa comentar eventuais apoios e vinca que "segurança e defesa" são prioridades

22 jan, 2026 - 19:16 • Tomás Anjinho Chagas

Candidato a Belém revelou que Passos Coelho não lhe ligou a felicitar pela passagem à segunda volta das eleições presidenciais. Seguro não quis falar sobre eventuais apoios à sua candidatura.

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António José Seguro garante que a "segurança e a defesa dos portugueses" é uma prioridade para a sua candidatura, e assume que é preciso mais de Portugal e da Europa.

O candidato à presidência teve esta quinta-feira à tarde um encontro com especialistas em assuntos internacionais, e não quis falar sobre outros temas aos jornalistas, diz apenas que a defesa e a segurança estão no topo das suas prioridades.

"Quero reafirmar a par desta minha prioridade, a segurança e a defesa dos portugueses e do nosso país, quero também reafirmar a nossa manutenção nas alianças, quer da NATO, quer da União Europeia", afirmou o antigo líder socialista.

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Ainda assim, assume que "há muito trabalho de casa a fazer, quer no seio da União Europeia, quer no seio do nosso país", e garante que esse é um dos desafios que encara como mais importantes.

Questionado sobre o eventual apoio público de Marques Mendes à sua candidatura, diz que só fala dele quando acontecer.

Seguro rejeita falar sobre o efeito que os apoios podem ter para uma eventual vitimização de André Ventura, e sobre o facto de só ter um debate previsto com André Ventura, argumenta que já debateu várias vezes nos últimos meses.

"Eu penso que será o 31º debate", responde, em declarações aos jornalistas no Museu de Arte Contemporânea Armando Martins, o MACAM, em Lisboa.

O candidato apoiado pelo PS revelou ainda que Passos Coelho não lhe ligou a felicitar pela passagem à segunda volta das presidenciais.

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