Administração Interna
MAI quer contributo dos sindicatos da PSP e GNR “para decisões públicas tomadas com conhecimento da realidade do terreno”
12 mar, 2026 - 15:07 • Liliana Monteiro
"É minha prioridade ouvir quem está no terreno e trabalhar com todos na construção de soluções”, assegura a nota do ministério liderado por Luís Neves.
“A segurança constrói-se em conjunto." As palavras constam de uma nota emitida pelo Ministério da Administração Interna, agora liderado por Luís Neves. "Os sindicatos e associações profissionais são parte desse esforço coletivo. Garantir boas condições de trabalho aos profissionais da PSP e da GNR é essencial para a segurança do país", lê-se no documento.
"Por isso, é minha prioridade ouvir quem está no terreno e trabalhar com todos na construção de soluções”, assegura a nota do ministério liderado por Luís Neves.
Administração Interna
Ministro Luís Neves recebeu ASPP/PSP e "caderno reivindicativo"
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Tal como a Renascença adiantou ontem, o ministro começou ontem a receber sindicatos da área da polícia, tendo começado pela ASPP, que lhe fez chegar já em mãos o caderno de reivindicações dos agentes da PSP.
Na rede social X, o MAI afirma que iniciou um ciclo de audiências com os representantes da PSP e da GNR, “no âmbito de encontros de apresentação de cumprimentos institucionais e de auscultação das principais prioridades e preocupações destas estruturas”.
A Renascença sabe que os restantes sindicatos serão recebidos na próxima segunda-feira, dia para o qual estão convocadas as restantes forças sindicais.
O ministério de Luís Neves afirma que “o seu contributo é essencial para que as decisões públicas sejam tomadas com conhecimento da realidade vivida no terreno”, considerando que “a sua ação tem sido determinante para dar voz às preocupações legítimas destes profissionais e para contribuir para a melhoria das condições em que desempenham as suas funções”.
De recordar que as negociações com a antecessora Maria Lúcia Amaral não estavam a correr bem, tendo o principal sindicato da PSP abandonado os trabalhos, acusando o Executivo de não estar "a cumprir integramente o acordo assinado" em julho de 2024 que previa uma revisão das tabelas remuneratórias, de questões de segurança e saúde.
- Noticiário das 20h
- 11 mai, 2026








