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Ventura lamenta "ataques" por presença na Futurália e fala em tentativa de censura

15 mar, 2026 - 16:50 • Lusa

Ventura apontou que outros partidos, como o PS, PCP e PSD, tinham bancas onde "distribuíam bandeiras LGBT, faziam apelo a despenalização das drogas e prostituição".

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O presidente do Chega, André Ventura, lamentou este domingo os "ataques e falta de sentido democrático" das associações e universidades que criticaram a presença do partido na Futurália, dizendo que houve uma "tentativa de censura".

"Ver instituições como o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, ou a Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Nova Lisboa, dizerem e pedirem expressamente a uma organização que censure, que limite ou que retire, em último caso, uma bancada política de uma feira com jovens, mostra bem que a liberdade chegou a Portugal, mas não chegou a estas instituições", disse André Ventura, em conferência de imprensa, na sede do partido, em Lisboa.

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O líder do Chega apontou que o partido participa na Futurália há muitos anos, com a sua presença, documentos políticos, trabalho de proximidade, "como os outros partidos participam, no mesmo direito, na mesma proporção, no âmbito da mesma autorização e do mesmo espírito que todos os outros partidos parlamentares portugueses".

Ventura salientou ainda que outros partidos, como o PS, PCP e PSD, tinham bancas onde "distribuíam bandeiras LGBT, faziam apelo a despenalização das drogas e prostituição", mensagens que também seriam vistas por crianças do sétimo ao nono ano.

Defendeu também que o Chega "representa hoje mais de um milhão e meio de eleitores", expressão de pessoas que "não pode ser ignorada ou silenciada", reiterando que "merecem expressar a sua voz como todos os outros".

O Movimento SOS Racismo condenou no sábado a presença do Chega na Futurália, criticando a divulgação de "propaganda anti-imigração" pelo partido, e exigiu uma tomada de posição por parte da organização da feira.

A Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH) da Universidade NOVA de Lisboa também já tinha condenado a promoção de conteúdos discriminatórios no "stand" do Chega na Futurália e pediu a intervenção da organização.

Além da FCSH, também o Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa alertou a organização Futurália para o risco de o "stand" do Chega usar o evento como plataforma para divulgar "mensagens discriminatórias" que promovem o racismo.

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  • Continua Ventura
    15 mar, 2026 Nunca desistas 19:56
    A Esquerda Radical e certas ONG's parasitárias que vivem à pala de subsídios que não são mais que os nossos impostos dados a quem não deviam ser dados, fazem livremente a sua propaganda de mudanças de sexo, drogas e abortos legalizados, casas de banho únicas e Wokismo do pior... A Comunicação Social avençada do costume apoia e dá palco a estes tipos. Se o Ventura que representa 1 400 000 Portugueses eleitores fala contra, é censura para cá, Tribunais para lá, "não nos encostem à parede" para acoli, e outras do género

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