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Médio Oriente

Miranda Sarmento admite mais apoios a famílias e empresas se guerra continuar

27 mar, 2026 - 07:00 • João Malheiro

Sobre o aumento do preço dos combustíveis, o ministro lembra que Portugal foi o primeiro país da União Europeia a agir através do desconto no ISP, que já foi reforçado duas vezes.

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Joaquim Miranda Sarmento admite que o Governo poderá tomar novas medidas para apoiar as famílias e as empresas se o conflito entre EUA e Israel e o Irão continuar.

Esta sexta-feira, o Eurogrupo discute a crise energética motivada pela guerra no Médio Oriente, o ministro das Finanças admite que a situação é bastante complexa.

Numa entrevista à SIC Notícias, Miranda Sarmento diz que é preciso agir "com tempo, com reflexão e sem percipitação", porque é importante que o país mantenha "uma trajetória de redução da dívida pública".

Sobre o aumento do preço dos combustíveis, o ministro lembra que Portugal foi o primeiro país da União Europeia a agir através do desconto no ISP, que já foi reforçado duas vezes.

O governante afastou, de novo, a necessidade imediata de apresentar um Orçamento do Estado retificativo. No entanto, não deixa de admitir que "se houver mais catástrofes, se o conflito agudizar e os impactos económicos se tornarem mais severos", a qualquer momento o Governo terá de "alterar essa posição".

Miranda Sarmento abordou, ainda, as negociações para aprovar o Orçamento do Estado (OE) para 2027, sublinhando que o país "precisa de ter Orçamento", devido às dificuldades, quer internas, quer da atualidade geopolítica.

"Estou confiante que as forças políticas que estão representadas no Parlamento e podem decidir a viabilização de um OE, serão responsáveis e vão permitir que o país, em 2027, terá um OE", acrescenta.

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