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Parlamento

PS volta a enviar perda de nacionalidade para o Tribunal Constitucional

17 abr, 2026 - 11:00 • Diogo Camilo , Tomás Anjinho Chagas

Partido decidiu não esperar pela avaliação do Presidente da República e assinala “divergências claras” ao diploma que foi aprovado por PSD, Chega, IL e CDS. Eurico Brilhante Dias diz que lei provoca "diferença entre portugueses e portuguesas".

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O Partido Socialista vai voltar a enviar o diploma sobre a perda de nacionalidade para o Tribunal Constitucional fiscalizar, depois de identificar inconstitucionalidades no aditamento ao código penal.

A intenção do PS foi avançada esta sexta-feira pelo Público e confirmada pelo líder do grupo parlamentar, Eurico Brilhante Dias, na Assembleia da República.

"O acordão é claro. É estabelecida uma diferença entre portugueses e portuguesas que faz com que, para um crime igual, sejam considerado um quadro sancionatório diferente para portugueses e portuguesas", afirmou o deputado.

Assim, o PS decide não esperar pela avaliação do Presidente da República, António José Seguro, assinalando “divergências claras” em relação ao diploma que foi aprovado por PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS.

Sobre a lei da nacionalidade, o líder parlamentar do PS considera que é uma má lei, mas não fere a constituição, e por isso os socialistas não vão pedir a fiscalização preventiva.

No início de abril, o vice-presidente da bancada socialista, Pedro Delgado Alves, já tinha assumido que o PS estaria a avaliar a fiscalização das das alterações ao Código Penal que preveem como pena acessória a perda da nacionalidade.

Questionado se o partido ponderava voltar a pedir a fiscalização dos diplomas, o socialista disse que o partido iria avaliar a matéria, mas apenas em relação ao decreto sobre a pena acessória da perda da nacionalidade porque sobre a lei da nacionalidade "os temas das inconstitucionalidades ficaram resolvidos".

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  • EU
    17 abr, 2026 PORTUGAL 12:55
    Oh Senhor Deputado Brilhante Dias, não se importa de me esclarecer PF que CRIMES são ESSES que fazem a separação entre Portugueses e Portuguesas? Acredite que não consigo descobrir esses crimes. Não consigo mesmo. Um Parlamentar deve ser preciso no argumento e aqui não está a ser preciso/consiso.
  • Era evidente
    17 abr, 2026 Só Montenegro não viu 10:28
    Era mais do que evidente, que sem deputados para bloquear os diplomas aprovados em AR, o PS e a Esquerdalha contariam, além de Seguro, com o Tribunal Constitucional para serem bloqueio ao governo. Montenegro, o Frouxo, foi mais uma vez enrolado, quando deixou que o PS tivesse um Juíz nomeado. E esse erro vai-lhe sair caro.

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