Lei Laboral
Luís Montenegro: "É necessário haver uma cedência por parte da UGT"
23 abr, 2026 - 19:30 • Catarina Magalhães, com redação
Dos seis pontos que separam o Governo da UGT, o primeiro-ministro garante que o executivo já fez várias "aproximações" e reconhece a "evolução face àquilo que era a proposta inicial".
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, apelou esta quinta-feira a cedências da UGT sobre a revisão laboral, garantindo que são apenas dois ou três os pontos mais difíceis de resolver.
"Há dois ou três pontos que carecem de uma afinação mais técnico-jurídica, mais apurada e que também tem, naturalmente, enquadramento político", disse o chefe de Governo.
Montenegro voltou a insistir que "é necessário haver uma cedência por parte da UGT".
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Dos seis pontos que separam o Governo da UGT, Montenegro garantiu que o executivo já fez várias "aproximações" e reconheceu a "evolução face àquilo que era a proposta inicial do Governo".
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Tal como o secretário-geral Mário Mourão afirmou na tarde desta quinta-feira, o primeiro-ministro confirmou que o "banco de horas" ainda é tópico de discussão.
Entre os principais pontos de discórdia, o secretário destacou “a questão do outsourcing, da jornada contínua, da remissão abdicativa” e ainda “a não reintegração do trabalhador tendo sido despedido ilicitamente”, frisando que estas posições não são novas.
“O Governo tem conhecimento disso e os parceiros sociais também. Isto esteve em discussão à mesa”, referiu.
Já a ministra do Trabalho instou esta quinta-feira a UGT a "mostrar que quer efetivamente uma aproximação" e disse que vai convocar uma reunião de Concertação Social para 7 de maio, daqui a 15 dias, para encerrar o processo negocial.
O Secretariado Nacional da UGT rejeitou esta quinta-feira, por unanimidade, a última versão da proposta de revisão da legislação laboral apresentada pelo Governo, mas continuam com a porta aberta para diálogo.
- Noticiário das 18h
- 15 jun, 2026







