Ouvir
  • Noticiário das 17h
  • 21 jul, 2026
A+ / A-

Guerra no Irão

Nuno Melo diz que as declarações de Rubio sobre as Lajes "não podem ser lidas literalmente"

16 mai, 2026 - 14:43 • João Carlos Malta com Lusa

O ministro da Defesa não esclareceu, aos jornalistas à margem do Congresso em Alcobaça, se a autorização foi dada antes ou depois de Portugal saber das operações dos EUA no Irão.

A+ / A-

O ministro da Defesa, Nuno Melo, afirmou este sábado que que as declarações do secretário de Estado norte-americano, Marco Rúbio, sobre a Base das Lajes, nos Açores, não podem ser interpretadas literalmente.

Melo afirmou que a declaração do secretário do Estado norte-americano "não pode ser lida pelo seu teor literal", e que Marco Rubio "terá querido firmar e vincar a virtude de um país que fez o que estava certo" e que disponibilizou a base "com condições, como sempre".

E acrescentou que Portugal esteve ao lado dos aliados e fez o que tinha que ser feito. "Portugal, no que tem a ver com a utilização da Base das Lajes, fez o que tinha que ser feito", defendeu o ministro da Defesa, Nuno Melo.

Marco Rubio, na quinta-feira, elogiou Portugal por aceitar o pedido dos Estados Unidos para utilizar a Base das Lajes no conflito com o Irão. Em entrevista à Fox News, Marco Rubio disse que essa autorização foi dada ainda antes de Portugal saber qual seria o pedido.

"Portugal esteve do lado dos nossos aliados porque é isso que um aliado faz, é isso que se espera de um aliado, é aquilo que se esperava de Portugal", afirmou o ministro, em Alcobaça, num declaração á margem do congresso do CDS que decorre no Pavilhão Panorama, até domingo.

Nuno Melo não esclareceu se a autorização foi dada antes ou depois de Portugal saber das operações dos EUA no Irão.

Ouvir
  • Noticiário das 17h
  • 21 jul, 2026
Saiba Mais
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque