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Moção de estratégia de Nuno Melo vence Congresso do CDS "por larguíssima maioria"

17 mai, 2026 - 02:47 • Manuela Pires

A moção de Nuno Correia da Silva, que se apresentou como candidato à liderança do CDS, teve apenas 8 votos a favor. O documento estratégico de Nuno Melo foi aprovado com 97, 5 dos votos. Este domingo Nuno Melo será reeleito líder do CDS para um terceiro mandato.

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A moção de estratégia do líder do CDS, Nuno Melo, foi a mais votada na madrugada deste domingo, no congresso do partido.

“Por larguíssima maioria” anunciou o presidente do congresso, José Manuel Rodrigues revelou que “a moção vencedora é a moção Tempo do Futuro, subscrita pelo congressista Nuno Melo, contra a moção “Liberdade em movimento”, de Nuno Correia da Silva, que se apresentou como candidato à liderança, mas teve apenas 8 votos favoráveis.

A votação foi feita de braço no ar, mas pouco depois fonte oficial do CDS indicava à Renascença que Nuno Melo obteve 97,5% dos votos.

Ao início da noite, o presidente do Congresso desafiou os autores das moções a retirarem os documentos para darem um sinal de unidade do partido, foi isso que fez a Juventude Popular depois de ter a garantia que a direção ia acolher as suas propostas.

“Eu quero agradecer a abertura do Sr. Presidente do partido em acolher e estar disposto a aplicar as propostas que a juventude popular apresenta para o bem do partido”, disse Catarina Marinho.

A líder da juventude do CDS aproveitou também para responder às críticas que lhe foram feitas ao longo de todo o dia e pediu ao partido para não fazer uma caricatura daquilo que defendem. Catarina Marinho voltou a dizer que o partido deve estar preparado para ir a votos sozinho, mas isso não quer dizer que a AD “é um monstro” ou que a JP quer “acabar com o governo”.

Telmo Correia, que falou já depois da meia-noite e em nome de Nuno Melo, na conclusão do debate das moções de estratégia global, avisou a JP que este não é o momento para discutir o futuro do CDS na AD porque não há eleições nos próximos dois anos.

“Mas há um erro, e esse erro que fique claro, este não é o tempo de decidir em termos de irmos sozinhos, mas quando essa decisão tiver de ser tomada, o partido, se for para ir sozinho, estaremos mais fortes e nunca tivemos medo de ir a votos”, alertou Telmo Correia.

O secretário de estado da Administração Interna discursou a fechar o primeiro dia de trabalhos para garantir que não podem ficar dúvidas que se o CDS está no governo é para defender o governo.

"Ou se é Governo, ou se é oposição, não se pode ser as duas coisas. E se queremos ser um partido de Governo, temos que defender o Governo” afirmou.

O congresso do CDS prossegue este domingo, com destaque para a reeleição de Nuno Melo como presidente do CDS.

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  • Maria
    17 mai, 2026 Palmela 09:48
    A inteligencia artificial faz muita falta"jesus passa os dias na internet!

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