Ouvir
  • Edição da Noite
  • 09 jun, 2026
A+ / A-

Congresso do CDS

Nuno Melo reeleito líder do CDS com 90% dos votos

17 mai, 2026 - 14:16 • Manuela Pires

O líder do CDS diz que o partido sai mobilizado e nesta nova etapa, mais virado para dentro para " um partido que vai ganhar músculo junto das estruturas locais”.

A+ / A-

Nuno Melo foi reeleito para um terceiro mandato na liderança do CDS com 90% dos votos. Os resultados foram anunciados esta tarde no encerramento do Congresso do CDS, que decorre em Alcobaça.

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui

A Comissão Política Nacional obteve 90% dos votos favoráveis, 7% de votos brancos e 3% de votos nulos.

No Conselho Nacional, a lista obteve 90% dos votos e 6% de votos brancos. Já a mesa do Conselho, liderada por Luís Queiró, conseguiu 91% dos votos.

A nova direção do CDS vai ter mais mulheres na vice-presidência: entram mais duas, Catarina Araújo, vice-presidente da Câmara do Porto, e a eurodeputada Ana Miguel Pedro.

Diogo Moura que ocupava uma das vice-presidências sai do núcleo duro para coordenar a secção da reforma do estado.

Há ainda mais alterações na direção de Nuno Melo: o deputado João Almeida vai ser um dos porta-vozes do partido.

Uma das críticas que foi apontada neste congresso é a ausência da direção no terreno e o secretário-geral do CDS, Pedro Morais Soares, que é vereador na Câmara de Cascais, vai ter mais um elemento para ajudar nesse trabalho de campo. Sendo assim, o CDS passa a ter quatro secretários-gerais.

À chegada ao congresso, Nuno Melo disse aos jornalistas que o partido sai mobilizado deste congresso, que vai ser reforçado e ganhar “músculo”.

“É um partido que sai mobilizado, como bem se viu pela importante expressão de confiança em relação a um caminho que começou em Guimarães, foi confirmado em Viseu e agora, desde Alcobaça, nos relança para um novo momento, mais virado para dentro, de um partido que vai ganhar músculo junto das estruturas locais”, disse aos jornalistas.

A moção que Nuno Melo apresentou foi a vencedora do congresso, com 97,5% dos votos, e o líder do CDS conclui que esse é um sinal “expressivo dessa confiança e da certeza deste caminho”, iniciado com a sua eleição em 2022, a reeleição em 2024 e a nova recondução, que deverá ser confirmada, este domingo, após a contagem dos votos.

“Vamos, fundamentalmente, implementar a moção que apresentámos ao Congresso”, mas, assegurou, tal “não significa que não sejamos sensíveis a outras perspetivas, outras sensibilidades”, como, por exemplo, propostas da moção da Juventude Popular, que retirou o texto e não foi a votos.

“Não fizemos negociações com nenhumas moções de natureza que fosse”, disse Nuno Melo, manifestando, ainda assim, “disponibilidade para acolher outros contributos, no que seja compatível”.

Ouvir
  • Edição da Noite
  • 09 jun, 2026
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque