Ouvir
  • Noticiário das 23h
  • 20 jul, 2026
A+ / A-

Chega quer explicações urgentes do Governo sobre escolha para o SIRESP

24 mai, 2026 - 19:30 • Lusa

Chega anunciou um pedido de audição parlamentar urgente sobre a gestão do SIRESP. André Ventura questionou a recondução de Paulo Viegas Nunes para a liderança da empresa.

A+ / A-

O presidente do Chega anunciou hoje o pedido de audição parlamentar urgente do ministro da Administração Interna, do secretário-geral adjunto demissionário António Pombeiro e do general Paulo Viegas Nunes, questionando a “integridade” desta escolha para o SIRESP.

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui.

Em causa está a notícia da demissão do secretário-geral adjunto do Ministério da Administração Interna (MAI), António Pombeiro, hoje conhecida, avançada pela CNN e confirmada à Lusa pelo MAI.

A CNN cita o "email" que António Pombeiro enviou a propósito do pedido da sua exoneração, na sexta-feira, no qual apontou “graves irregularidades” na gestão da rede pública do SIRESP durante a presidência do general do Exército Paulo Viegas Nunes, que na sexta-feira voltou a ser eleito para o cargo, depois de o ter ocupado entre 2022 e 2024.

“Continuar a nomear os mesmos é um prémio à incompetência ou à corrupção, uma das duas coisas. É isso que é importante saber e perceber. Por que é que o Governo, que disse que queria reformular o SIRESP, nomeia exatamente o mesmo homem que, entre 2022 e 2024, esteve à frente da SIRESP S.A., levando à gestão que o país todo conhece e cujos resultados são também conhecidos de todos?”, questionou André Ventura, em conferência de imprensa na sede nacional do partido, em Lisboa.

Ventura salientou que a demissão de António Pombeiro “não é uma demissão qualquer”, dizendo que o secretário-geral adjunto do MAI “denunciou uma série de irregularidades e de ilegalidades” e que “o seu ministro e o Governo olharam para o lado”.

Sem pedir, para já, a demissão de Luís Neves, o líder do Chega defendeu que a escolha do presidente do SIRESP deveria ser revertida e criticou também o que chamou de “silêncio ensurdecedor do PS” sobre esta matéria.

“O facto de estar em silêncio por potencialmente estarem envolvidas pessoas que também o PS nomeou ou permitiu que continuassem em funções e a cuja gestão fechou os olhos durante o período de 2022 a 2024 é particularmente grave no cenário em que estamos”, disse.

Ouvir
  • Noticiário das 23h
  • 20 jul, 2026
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque