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Nações Unidas

Portugal no Conselho de Segurança em nome de "um mundo mais pacífico", diz Seguro

03 jun, 2026 - 20:04 • Catarina Magalhães

Para o chefe de Estado, a luz verde dada à candidatura portuguesa reflete "a credibilidade, a confiança e o respeito por Portugal na comunidade internacional".

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"A eleição de Portugal para o Conselho de Segurança das Nações Unidas é uma conquista que enaltece o povo português." O Presidente da República (PR), António José Seguro, elogiou esta quarta-feira o regresso de Portugal à sala da diplomacia internacional, em Nova Iorque.

A votação para eleger os membros não permanentes decorreu nos Estados Unidos da América (EUA), por voto secreto dos 193 membros das Nações Unidas.

Para tal, a candidatura portuguesa teve de reunir uma maioria qualificada de dois terços dos votos expressos, em particular 134 votos.

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Depois do primeiro-ministro (PM), Luís Montenegro, afirmar que esta eleição trata-se de "uma grande conquista para Portugal", Seguro avaliou, numa primeira reação, estes votos como um "reconhecimento pelo nosso apego a valores universais e compromisso do nosso país com o multilateralismo e com os valores e a carta das Nações Unidas".


Veja aqui o vídeo oficial do Presidente da República:


Seguro espera que o mandato "sirva para contribuir para um mundo mais pacífico, menos desigual, mais justo e mais digno".

Para o chefe de Estado, a luz verde dada à candidatura portuguesa reflete "a credibilidade, a confiança e o respeito por Portugal na comunidade internacional".

Tal como Montenegro, o PR agradeceu e celebrou o trabalho desenvolvido desde a candidatura entregue em 2013, em particular ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e os seus enviados e ainda embaixadores e diplomatas.

Seguro acredita ainda que esta "é uma vitória da diplomacia portuguesa e da coerência e estabilidade da nossa política externa".

Ao longo do mandato de dois anos que arrancará a 1 de janeiro de 2027, o chefe de Estado está convicto de que Portugal vai "batalhar pela defesa intransigente pelo respeito internacional, tendo em vista a paz, a segurança e o desenvolvimento sustentável".

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  • Vamos resolver tudo
    04 jun, 2026 Em sonhos... 13:10
    Claro, até já ouvi que logo que estejam eleitos, a nossa primeira proposta será um calendário de retirada da Rússia de todos os territórios ucranianos ocupados, Crimeia incluída, assim como o pagamento de reparações de guerra, e julgamento dos criminosos de guerra que praticaram crimes. Seguir-se-à o desarmamento do Hamas, ajudar o Líbano a ocupar todo o território correndo com Israel de Lá, e dissolver Hamas, Hezbollah, Houtis, e toda a cambada de proxies do Irão que andam para aí a arranjar sarilhos. E claro que essas propostas serão logo aprovadas por unanimidade. Foi nessa altura que o despertador tocou ...

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