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05 jun, 2026 - 14:25 • Lusa
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, disse esta sexta-feira estar orgulhoso do trabalho realizado pela PSP no dia da greve geral.
Questionado sobre os casos que indicava, o ministro respondeu que "a seu tempo" falará sobre o assunto, acrescentando que não é "gago" nem tem "medo de dizer as coisas".
Ministro diz estar orgulhoso do trabalho da PSP no dia da greve geral
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, disse estar orgulhoso do trabalho realizado pela PSP no dia da greve geral.
"Total confiança, respaldo, apoio e suporte às forças de segurança. Cumpriram a sua missão, tenho orgulho no trabalho que fizeram, não pode haver nem desordem, nem desacatos. Vivemos num país com lei, com ordem, com disciplina, com organização e ela tem que prevalecer", afirmou Luís Neves.
O ministro da Administração Interna falava aos jornalistas à margem da inauguração das obras de requalificação do quartel da GNR de Vila Nova de Paiva, no distrito de Viseu, a propósito das detenções realizadas em 03 de junho, dia da greve geral, em frente à Assembleia da República, em Lisboa.
"A PSP atuou no cumprimento da lei, atuou bem, com firmeza e robustez, impondo a força necessária para que a lei fosse cumprida. Sempre disse e direi aos homens e mulheres da GNR e da PSP que terão sempre o meu respaldo quando façam o seu trabalho no sentido de repor a ordem pública", afirmou.
Luís Neves disse que "foi isso que a PSP fez, repondo a ordem pública", distinguindo quem estava a provocar desacatos, a criar desestabilização e a desobedecer às ordens legítimas da polícia, tendo aproveitado para felicitar a PSP pelo trabalho realizado.
"No nosso país e com este Governo, e comigo, não haverá lugar a comportamentos extremistas, a comportamentos que ponham em causa o cumprimento da lei. A lei, a ordem e a segurança das pessoas e do património são o foco deste Governo e das polícias", indicou.
O ministro acrescentou que comportamentos como os que aconteceram "serão sempre reprimidos com a força necessária para repor a ordem pública", atuando com "firmeza e robustez".
"É um trabalho das polícias que eu, enquanto ministro da Administração Interna, reconheço e aplaudo", reforçou.
Pelo menos seis pessoas foram detidas na quarta-feira junto ao parlamento, em Lisboa, no final da manifestação da CGTP, após confrontos com a PSP, estando indiciadas por desobediência e resistência e coação sobre funcionário, segundo a polícia.
O responsável pelo Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP, superintendente Resende da Silva, disse aos jornalistas, junto à Assembleia da República, que os detidos estavam, cerca das 20h00, a ser identificados e posteriormente seriam ouvidos em primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.
Uma outra fonte policial admitiu à Lusa que os detidos possam incorrer ainda nos crimes de dano, devido aos fogos ateados em caixotes do lixo, bem como pelo arremesso de garrafas de vidro e outros objetos contundentes contra agentes da PSP, tendo alguns polícias sofrido ferimentos ligeiros.
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- 12 jul, 2026







