Ouvir
  • Noticiário das 14h
  • 22 jul, 2026
A+ / A-

10 de junho

Seguro: "Língua portuguesa não se confina a um povo ou espaço"

06 jun, 2026 - 09:28 • Tomás Anjinho Chagas (enviado ao Luxemburgo)

Presidente da República foi recebido este sábado pelos Grão-Duques do Luxemburgo e assinalou a importância da língua para os portugueses que estão emigrados e cita Camões: "Talvez só se vê um país inteiro quando se está suficientemente longe dele".

A+ / A-

O Presidente da Rapública, António José Seguro, numa mensagem escrita para o 10 de junho faz da língua portuguesa o tema para dizer que "não se confina a um povo" e que "foge a qualquer apropriação".

A língua portuguesa é assim, segundo Seguro, de "quem a aprende". "É de muitos povos e culturas, com muitas falas, sotaques e timbres. Diversa nas suas qualidades e pródiga a unir-nos", pode ler-se na mensagem do Presidente.

O Chefe de Estado diz ainda que "é o que nos une mesmo distantes um dos outros" e assinala a importância para os portugueses a viver no estrangeiro: "A língua portuguesa é uma pertença que dispensa fronteiras".

Seguro cita Camões para evidenciar a proximidade da diáspora ao país: "Na verdade, talvez só se vê um país inteiro quando se está suficientemente longe dele".

"A língua portuguesa também não se confina a um povo, foge a qualquer apropriação", avisa o Presidente, nesta mensagem enviada aos órgãos de comunicação social da comunidade portuguesa.

Seguro recebido pelos Grão-Duques

O Presidente da República, António José Seguro, foi recebido, este sábado de manhã, no Palácio Ducal do Luxemburgo, pelos Grão-Duques - chefes de Estado do país.
À chegada ao Palácio, juntamente com a primeira dama, Margarida Maldonado Freitas, António José Seguro recebeu aplausos de alguns populares que estavam nas ruas a assistir ao momento.

"Não somos portugueses de segunda"

António da Silva Martins estava junto às baias para ver António José Seguro, mas chegou tarde: "Vim para isso, mas cheguei mais atrasado.

Mora no Luxemburgo há 35 anos e assume que gosta de ver políticos portugueses no país: "Sentimos que há qualquer coisa da nossa terra que vem aqui".

Este emigrante pede que Seguro "ajude um bocadinho as comunidades" e deixa um desabafo: "Que se lembrem que existimos, não somos portugueses de segunda".

Ouvir
  • Noticiário das 14h
  • 22 jul, 2026
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque