11 dez, 2024 - 09:14 • Aura Miguel
O Santo Padre disse, na manhã desta quarta-feira, que está a seguir o que se passa na Síria, “neste momento delicado da sua história”.
No final da habitual audiência geral, Francisco disse esperar que “se alcance uma solução política, que, sem outros conflitos nem divisões, promova responsavelmente a estabilidade e a unidade do pais”.
O Papa acrescentou ainda que reza, por interceção da Virgem Maria, “para que o povo sírio possa viver em paz e segurança na sua amada terra e que as diversas religiões possam caminhar juntas na amizade e respeito recíproco para o bem daquela nação atormentada por tantos anos de guerra”.
No final das saudações aos peregrinos, o Papa insistiu, uma vez mais, na urgência da paz para a Ucrânia, a Palestina, Israel e no Myanmar.
Na catequese de hoje, o Papa encerrou o ciclo dedicado ao Espírito Santo. “Se a Igreja é um barco, o Espírito Santo é a vela que o empurra e o faz avançar no mar da história, hoje como no passado”, afirmou.
Já de olhos postos no próximo Jubileu, Francisco recordou que esta virtude é uma certeza, porque assenta na fidelidade de Deus às suas promessas. “Não é uma virtude passiva, que simplesmente espera que as coisas aconteçam. É uma virtude supremamente
ativa que ajuda a fazê-las acontecer, porque é infundida por Deus e tem Deus como garante”. É por isso que “o cristão não pode contentar-se em ter esperança; deve também irradiar esperança, ser semeador de esperança”, concluiu.