Religião
D. José Ornelas pede atenção aos mais pobres e aos imigrantes
13 out, 2025 - 13:39 • Olímpia Mairos
No final da peregrinação aniversária de outubro, o bispo de Leiria-Fátima congratulou-se com os passos dados no Médio Oriente e recordou os conflitos em Cabo Delgado, Sudão e Ucrânia, pedindo a Nossa Senhora o dom da paz para todos.
O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), D. José Ornelas, espera que o novo ciclo político, marcado por mudanças significativas em várias autarquias, possa levar a uma maior solidariedade.
“Que este período novo, que também começámos neste país, com as eleições, possa levar, de facto, uma atenção particular àqueles que sofrem, àqueles que vêm de longe e que precisam de acolhimento específico, a todos aqueles e aquelas que estão connosco sintam esta fraternidade”, apontou.
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No final da peregrinação de outubro, D. José Ornelas destacou também os avanços significativos rumo à paz no Médio Oriente.
“Temos notícias encorajantes e sinais de paz para Gaza”, disse, assegurando que “Gaza está no nosso coração”.
“E pedimos à Mãe do Céu que estes sinais continuem e persistam para que se possa conseguir uma paz duradoura, justa e na dignidade para todos aqueles que fazem parte daquela Terra Santa e agora martirizada e destruída. E que a ajuda e a solidariedade de todos, com a nossa oração, possa verdadeiramente chegar à paz”, completou.
O bispo de Leiria-Fátima recordou, ainda, os conflitos em Cabo Delgado, Sudão e Ucrânia e pediu a Maria o dom da paz para todos.
“A guerra em Cabo Delgado não nos sai do radar do nosso coração, da nossa solidariedade fraterna e da nossa oração à Mãe da Igreja, para que olhe para estes seus filhos e a todos nos conceda a paz”, declarou.
“Pedimos, também, o dom da paz para tantas outras situações, como a Ucrânia, como o Sudão, como tantas outras partes do mundo onde esta paz faz falta. Que Maria Nossa Mãe nos acompanhe e que a todos nos dê um coração de sermos ao serviço, de estarmos ao serviço da paz, da dignidade e de um futuro melhor para toda a humanidade”, concluiu.
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