12 nov, 2025 - 11:20 • Aura Miguel
O Papa recordou esta manhã as comemorações do final da “tragédia inútil”da Primeira Guerra Mundial, “após a qual, para muitos povos, surgiu o alvorecer da independência”. Dirigindo-se, especialmente aos polacos, Leão XIV agradeceu a Deus o dom da paz, “face ao qual — como dizia Santo Agostinho — 'nada é absolutamente melhor'.”
Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui
Quanto à catequese desta manhã, as reflexões foram dedicadas ao tema da fraternidade concedida por Cristo. Esta, “liberta-nos da lógica negativa do egoísmo, da divisão e da prepotência, e reconduz-nos à nossa vocação original, em nome de um amor e de uma esperança que se renovam todos os dias”, disse Leão XIV.
“Bem sabemos que, ainda hoje, a fraternidade não pode ser tomada como garantida, não é algo imediato. Muitos conflitos, tantas guerras espalhadas pelo mundo, tensões sociais e sentimentos de ódio parecem demonstrar o contrário. Contudo, a fraternidade não é um sonho belo e impossível, não é o desejo de alguns iludidos”, garantiu.
Assim, para vencer as sombras que a ameaçam, “devemos ir às fontes e, sobretudo, procurar a luz e a força n’Aquele que é o único que nos liberta do veneno da inimizade: o Ressuscitado”, apontou.