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Advento-Natal

Arcebispo de Évora apela à vivência do Advento como tempo de esperança e encontro com Deus

29 nov, 2025 - 17:00 • Olímpia Mairos

D. Francisco Senra Coelho convida os fiéis a manterem-se vigilantes e a viverem a alegria do Advento com fé, caridade e coração aberto ao Senhor que vem.

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O arcebispo de Évora, D. Francisco Senra Coelho, na sua mensagem para o Advento, sublinha que este tempo litúrgico, que marca o começo de um novo ano da Igreja, é um convite à vigilância, à fé e à alegria cristã.

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“Também neste Ano Santo 2025, o Advento celebra a vinda de Jesus Cristo, o tempo e a história dos homens para lhes trazer a Salvação”, recorda o prelado, destacando que este é “o tempo de expectativa” em que os cristãos são chamados a preparar o coração “para poder receber dignamente o Senhor sempre que Ele vem, e um dia quando vier na Glória da Parusia”.

D. Francisco Senra Coelho explica que o Advento coloca os crentes “entre o ‘já e ainda não’: o já da primeira vinda de Jesus na fragilidade da carne humana, o Natal, e o ‘ainda não’, que será o momento conclusivo da realização absoluta, a Última Vinda, com o Juízo Final e a Parusia”.

O arcebispo convida à vivência profunda deste tempo como “procura e encontro com Deus”, apontando várias atitudes concretas: “manter-se vigilantes na fé e na oração”, “percorrer os caminhos traçados por Deus sem fechar o coração”, e “testemunhar a alegria que Jesus Salvador nos traz, com a caridade afável e paciente para com os outros”.

D. Francisco Senra Coelho recorda também o exemplo de Maria, José e João Batista, “os pobres do Evangelho”, que, com o coração livre e humilde, reconheceram em Jesus o Filho de Deus. Por isso, incentiva os fiéis a “manter um coração pobre e vazio de si mesmo” e a participar na Eucaristia, “acolhendo o Senhor que continuamente vem até nós, o Emanuel”.

Na sua mensagem, o arcebispo de Évora desafia ainda os cristãos a viverem a caridade como expressão concreta da fé: “Aprender com Jesus, o Emanuel, a partilhar o dom da vida e os dons que a vida nos dá, fazendo da caridade o nosso encontro com Jesus nos irmãos e nos sinais dos tempos”.

D. Francisco Senra Coelho conclui pedindo que o Advento seja tempo de “renovação profunda”, vivido “com o coração aberto, vigilante e generoso, na esperança alegre de quem sabe que o Emanuel vem habitar entre nós”.

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