20 dez, 2025 - 10:10 • Catarina Magalhães
Na sua mensagem de Natal, o bispo de Angra, D. Armando Esteves Domingues, convida os fiéis a viverem este tempo
"É como se nos fosse dada uma injeção de esperança, de vida", descreve o bispo de Angra, que redigiu o apelo natalício junto ao "coração da natureza, junto a uma cascata de água".
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Na carta de Natal, pede união entre os filhos da Igreja, sem esquecer "os mais pobres", mas também "os que estão em sofrimento por perderem uma pessoa querida, se sentirem descartados, abandonados ou traídos".
Para D. Armando Esteves Domingues, a comunidade fiel não deve esquecer "os profissionais de serviços que não podem parar, os párocos colocados longe das famílias, os estrangeiros, os migrantes, as famílias monoparentais, os sem abrigo, os doentes, idosos e todos os que se sentem sós".
A família e os mais novos também são merecedores do amor da Igreja e o bispo de Angra encoraja os fiéis a acolher, em especial, os casais mais novos. "Deixo uma palavra aos casais jovens e com filhos. Vós sois preciosos para a Igreja e para a sociedade."
A concluir a mensagem, D. Armando Esteves Domingues diz que "hoje, mais do que nunca, precisamos de palavras e sentimentos novos", como o amor, perdão e amizade. "São palavras que constroem, que curam, que unem."
A mensagem termina com votos de "santas festas e feliz Ano Novo" e que se viva "a maior história de amor" no Natal, a partir do exemplo de Jesus.
"Ele nasce para eu renascer, Ele cresce para me fazer crescer, vive para me fazer viver, ama-me para me fazer amar. Ele vem por causa de mim, de nós, de todos."