Papa reza "pela paz entre as nações ensanguentadas por conflitos e miséria"
01 jan, 2026 - 12:16 • Aura Miguel
Neste primeiro dia do ano e Dia Mundial da Paz, Leão XIV sublinhou a necessidade de inaugurar “uma era de paz e amizade entre todos os povos”. “Sem este desejo de bem, não faria sentido virar as páginas do calendário nem preencher as nossas agendas”, disse.
“Neste Dia, rezemos todos juntos pela paz. Antes de tudo, pela paz entre as nações ensanguentadas por conflitos e miséria, mas também pela paz nos nossos lares, nas famílias feridas pela violência e pela dor”, pediu o Papa, antes da recitação do Angelus.
Neste primeiro dia do ano, que coincide com o Dia Mundial da Paz, Leão XIV sublinhou a necessidade de, à medida que o ritmo dos meses se repete, “renovar o nosso tempo, inaugurando por fim uma era de paz e amizade entre todos os povos”. E acrescentou: “Sem este desejo de bem, não faria sentido virar as páginas do calendário nem preencher as nossas agendas”.
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Perante 40 mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, o Santo Padre voltou a falar de paz, no final do Angelus reiterando as palavras que proferiu no dia em que foi eleito: “Que a paz esteja com todos vós, uma paz desarmada e desarmante, que vem de Deus, dom do seu amor incondicional confiado à nossa responsabilidade”.
Esta quinta-feira acrescentou um pedido especial: “Com a graça de Cristo, comecemos hoje a construir um ano de paz, desarmando os nossos corações e abstendo-nos de toda a violência.
Leão XIV recordou ainda que o Jubileu, prestes a terminar, “ensinou-nos como cultivar a esperança de um mundo novo, convertendo o coração a Deus, de modo a transformar os erros em perdão, a dor em consolação, os propósitos de virtude em boas obras”. E garantiu que o coração de Deus “pulsa pelos justos, para que perseverem na sua dedicação, e pelos injustos, para que mudem de vida e encontrem paz”.
- Noticiário das 3h
- 08 jun, 2026








