Vaticano
Papa acredita que os bombardeamentos aéreos "deviam ser proibidos"
23 mar, 2026 - 12:55 • Aura Miguel
“Após as trágicas experiências do século XX, os bombardeamentos aéreos deveriam ter sido proibidos para sempre!", disse Leão XIV.
“Os aviões devem ser sempre vetores de paz, nunca de guerra! Ninguém deveria temer as ameaças de morte e destruição vindas do céu”, disse o Papa, esta segunda-feira, numa audiência aos dirigentes e pessoal da companhia aérea ITA Airways.
“Após as trágicas experiências do século XX, os bombardeamentos aéreos deveriam ter sido proibidos para sempre!", disse Leão XIV. "Em vez disso, ainda existem, e o desenvolvimento tecnológico, positivo em si mesmo, é posto ao serviço da guerra. Isto não é progresso, é retrocesso!”, frisou o Papa.
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O atual pontífice recordou como a história das viagens apostólicas papais por via aérea, a começar por São Paulo VI, está particularmente ligada à companhia aérea nacional italiana, primeiro a Alitalia e agora a ITA Airways.
“E também eu, se Deus quiser, terei a oportunidade de voltar a usufruir dos vossos serviços daqui a vinte dias, para a viagem a África”, disse, considerando os voos papais “um dos símbolos mais eloquentes da missão dos Sucessores de Pedro na era contemporânea”.
Leão XIV acrescentou ainda que, “nas suas viagens apostólicas, o Papa aparece a todos como um mensageiro da paz: as suas rotas são o que sempre deveriam ser, ou seja, pontes de diálogo, encontro e fraternidade”.
E, neste contexto, “torna-se ainda mais importante traçar rotas de paz nos céus, e agradeço-vos porque, na missão que o Senhor me confiou, sei que posso contar convosco”, concluiu.
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