Ouvir
  • Noticiário das 9h
  • 19 abr, 2026
A+ / A-

Vaticano

Papa acredita que os bombardeamentos aéreos "deviam ser proibidos"

23 mar, 2026 - 12:55 • Aura Miguel

“Após as trágicas experiências do século XX, os bombardeamentos aéreos deveriam ter sido proibidos para sempre!", disse Leão XIV.

A+ / A-

“Os aviões devem ser sempre vetores de paz, nunca de guerra! Ninguém deveria temer as ameaças de morte e destruição vindas do céu”, disse o Papa, esta segunda-feira, numa audiência aos dirigentes e pessoal da companhia aérea ITA Airways.

“Após as trágicas experiências do século XX, os bombardeamentos aéreos deveriam ter sido proibidos para sempre!", disse Leão XIV. "Em vez disso, ainda existem, e o desenvolvimento tecnológico, positivo em si mesmo, é posto ao serviço da guerra. Isto não é progresso, é retrocesso!”, frisou o Papa.

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui

O atual pontífice recordou como a história das viagens apostólicas papais por via aérea, a começar por São Paulo VI, está particularmente ligada à companhia aérea nacional italiana, primeiro a Alitalia e agora a ITA Airways.

“E também eu, se Deus quiser, terei a oportunidade de voltar a usufruir dos vossos serviços daqui a vinte dias, para a viagem a África”, disse, considerando os voos papais “um dos símbolos mais eloquentes da missão dos Sucessores de Pedro na era contemporânea”.

Leão XIV acrescentou ainda que, “nas suas viagens apostólicas, o Papa aparece a todos como um mensageiro da paz: as suas rotas são o que sempre deveriam ser, ou seja, pontes de diálogo, encontro e fraternidade”.

E, neste contexto, “torna-se ainda mais importante traçar rotas de paz nos céus, e agradeço-vos porque, na missão que o Senhor me confiou, sei que posso contar convosco”, concluiu.

Ouvir
  • Noticiário das 9h
  • 19 abr, 2026
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque