Viseu
D. António Luciano apela aos cristãos que sejam "sinais vivos de misericórdia e solidariedade"
03 abr, 2026 - 23:04 • Ecclesia
Celebração começou em “profundo silêncio orante e foi marcada pela liturgia da palavra, centrada na escuta do relato da Paixão, pela oração universal", contou o bispo de Viseu.
O Bispo de Viseu, D. António Luciano, pediu, esta sexta-feira que os cristãos sejam “sinais vivos de misericórdia e solidariedade”.
Durante a tarde desta Sexta-feira Santa, dia em que se vive o mistério da Paixão do Senhor, a Catedral de Viseu recebeu a Celebração da Paixão e Morte do Senhor, presidida pelo Bispo de Viseu, D. António Luciano.
Este segundo dia do Tríduo Pascal, santificado pelo jejum e penitência, tem como propósito contemplar, no silêncio e na oração, a entrega de Jesus por nós através da paixão e morte na cruz.
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A celebração começou em “profundo silêncio orante e foi marcada pela liturgia da palavra, centrada na escuta do relato da Paixão, pela oração universal, que hoje assume um tom mais solene, pela apresentação e adoração da cruz e pela sagrada comunhão com o pão consagrado na véspera, sendo este o único dia em que não se celebra a Eucaristia, pois o altar é a Cruz, onde Jesus se oferece por nós”, contou o bispo uma nota enviada à agência Ecclesia.
Durante a homilia, o bispo apelou a que “a morte e o amor de Cristo nos inspirem a sermos sinais vivos de misericórdia, compromisso e solidariedade num tempo que clama por bondade e fraternidade”.
Referindo-se ao “grande gesto de amor, de perdão, de entrega, de bondade e de misericórdia” de Jesus, que morreu para nos salvar, D. António Luciano sublinhou que a humanidade carece de “mais fé para acreditar na força transformadora do bem, de mais esperança para não se deixar vencer pelo desânimo e de mais caridade para agir com generosidade e compaixão”.
Ao recordar os mais desprotegidos, o prelado pediu para que se cuide “dos que sofrem, acolhendo os marginalizados e promovendo a justiça e a paz no mundo e nas nossas comunidades”.
D. António Luciano terminou a homilia pedindo que “o mistério de Sexta-feira Santa frutifique em todos o desejo de sermos sementes de alegria e esperança no mundo de hoje”.
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