Guiné Equatorial
Leão despede-se de um povo caloroso e pede justiça e solidariedade para todos
23 abr, 2026 - 11:54 • Aura Miguel
Leão XIV despede-se da Guiné Equatorial, logo a seguir à missa. O regresso a Roma está previsto para a uma da tarde.
Foi uma despedida em grande, com o estádio de Malabo, a capital da Guiné Equatorial, cheio de fiéis a participar na última missa celebrada por Leão XIV.
Indiferentes à chuva torrencial e trovoada que se abateu, esta manhã sobre a capital, ninguém arredou pé e, com entusiasmo contagioso, rezaram e cantaram, com manifesta gratidão pela presença do Papa.
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O país, maioritariamente católico, tem, no entanto, um regime totalitário com o mesmo presidente há décadas e uma elite política separada do povo, com a pretensão de controlar também a vida da Igreja.
Leão XIV, veio aqui pedir que “prevaleça o serviço do bem comum”, superando as desigualdades entre privilegiados e desfavorecidos”; que cresçam espaços de liberdade, para que a dignidade da pessoa humana seja sempre salvaguardada, sem esquecer os mais pobres e as famílias em dificuldades.
Aos cristãos, incentivou a crescerem na fé e a “tomar nas suas mãos o destino da Guiné Equatorial”. Protagonismo semelhante foi também o que pediu aos cristãos dos outros países visitados pelo Papa nestes dias.
Leão XIV despede-se da Guiné Equatorial, logo a seguir à missa. O regresso a Roma está previsto para a uma da tarde.
- Noticiário das 3h
- 13 jun, 2026








