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Biodiversidade

Mais de 110 espécies marinhas descobertas em águas inexploradas do nordeste da Austrália

01 abr, 2026 - 21:46 • Lusa

Descoberta decorreu durante uma expedição no final de 2025 a bordo do navio RV Investigator, que explorou profundidades entre 200 e três mil metros com recurso a submersíveis operados remotamente.

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Investigadores internacionais identificaram até agora mais de 110 espécies de peixes e invertebrados "novas para a ciência", um número que poderá chegar a 200 quando forem realizadas todas as análises. Foto: Ocean Census
Investigadores internacionais identificaram até agora mais de 110 espécies de peixes e invertebrados "novas para a ciência", um número que poderá chegar a 200 quando forem realizadas todas as análises. Foto: Ocean Census
Investigadores internacionais identificaram até agora mais de 110 espécies de peixes e invertebrados "novas para a ciência", um número que poderá chegar a 200 quando forem realizadas todas as análises. Foto: Ocean Census
Investigadores internacionais identificaram até agora mais de 110 espécies de peixes e invertebrados "novas para a ciência", um número que poderá chegar a 200 quando forem realizadas todas as análises. Foto: Ocean Census

Mais de 110 espécies marinhas foram identificadas no Mar de Coral, um rico ecossistema oceânico a noroeste da Austrália em grande parte inexplorado, anunciou esta quarta-feira a agência científica australiana CSIRO.

A instituição informou, em comunicado, que a descoberta decorreu durante uma expedição no final de 2025 a bordo do navio RV Investigator, que explorou profundidades entre 200 e três mil metros com recurso a submersíveis operados remotamente.

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Durante a expedição, investigadores internacionais identificaram até agora mais de 110 espécies de peixes e invertebrados "novas para a ciência", um número que poderá chegar a 200 quando forem realizadas todas as análises.

Entre as novas espécies descobertas estão tubarões de águas profundas, quimeras e raias e invertebrados como estrelas-do-mar, caranguejos, anémonas e esponjas.

A missão captou imagens inéditas da biodiversidade marinha através de câmaras de arrasto em águas profundas, incluindo a rara presença do tubarão-tigre-da-areia (Carcharias taurus), uma espécie pouco documentada.

A responsável científica do projeto "Ocean Census", Michelle Taylor, indicou que os dados recolhidos durante a expedição foram adicionados em tempo real a plataforma digital aberta, que permite a comunidade científica internacionais de também usufruir das descobertas.

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