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Museu de Arte Contemporânea

Serralves quer subir no top dos museus mais visitados

02 abr, 2026 - 09:00 • Maria João Costa

É o único museu português a constar na lista dos 100 museus mais visitados do mundo. Um programa “coerente” é parte do segredo do sucesso que não se consegue da noite para o dia, diz o diretor Phillipe Vergne

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“Vamos chegar ao Top 10!”, exclama o diretor Philippe Vergne quando a Renascença lhe pergunta pela notícia conhecida esta semana, que diz que o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, no Porto consta da lista dos 100 museus mais visitados do mundo.

É o único museu português a integrar esta lista do jornal The Art Newspaper que é liderada pelo Museu do Louvre de Paris que contabiliza ao ano nove milhões de entradas.

Num encontro com a imprensa, no museu do Porto, Philippe Vergne explica que “tornar Serralves um destino não acontece do dia para a noite”.

“Os visitantes dão atenção, porque há uma equipa a construir as várias camadas. A visibilidade não vem do nada. É o resultado de muitos anos, de muito trabalho dos curadores para fazer de Serralves a instituição Cultural que é”, detalha Vergne.

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O segredo do sucesso não passa apenas por ter “um programa”. O diretor frisa a importância de Serralves contar com “os artistas que confiam” na instituição.

Pondo em perspetiva o trabalho feito nos últimos anos e o que se segue em Serralves nos próximos meses, o diretor sublinha o destaque que tem sido dado às mulheres artistas, “grandes mulheres poderosas”, refere Philippe Vergne.

O diretor que com isso fala da “identidade do programa”, recorda a exposição de Cindy Sherman, ou a atual de Anne Hinhof. Mas também elenca a exposição de Jenny Holzer que abrirá em junho ou a de Alice Neel que inaugura em julho.

“São vozes muito poderosas” explica Philippe Vergne que aponta a "coerência" do programa curatorial que Serralves tem vindo a construir.

Para os próximos meses estão previstas, em maio, a exposição da Coleção Duerckheim, em junho uma mostra dedicada à vida e obra do arquiteto Franck Gehry e outra com o trabalho de Jenny Holzer. Já em junho regressa o Serralves em Luz, e em julho abrirão as exposições do artista sul coreano e japonês Lee Ufan e da americana Alice Neel.

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