Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição alerta para a pressão crescente nos custos de produção, mas admite que o retalho tentará minimizar o impacto no preço final ao consumidor.
Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição alerta para a pressão crescente nos custos de produção, mas admite que o retalho tentará minimizar o impacto no preço final ao consumidor.
Inquérito sobre as práticas alimentares em Portugal 2024, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, revela que os portugueses estão a mudar os hábitos de consumo por causa do aumento do custo de vida.
Preços e rendas estão acima da mediana nas áreas de Lisboa e Porto, Algarve, Madeira e Setúbal. A construção e o licenciamento de novas casas também aumentaram, mas não o suficiente para arrefecer o mercado.
Os limites impostos pelo governo a produtos como o café ou sandes "não fazem sentido" para os concessionários, uma vez que o preço mais alto reflete os "custos associados com nadadores-salvadores e com licenças".
Segundo o instituto estatístico, o preço mediano da habitação foi superior ao valor nacional nas sub-regiões da Grande Lisboa, Algarve, Região Autónoma da Madeira, Península de Setúbal e Área Metropolitana do Porto.
A presidente da Associação de Produtores de Pão-de-Ló de Ovar, Alda Almeida, explica que o quilo vai aumentar dois ou três euros. Os doces de Arouca mantêm o mesmo preço.