Bloco de Esquerda, PCP, PS e Livre apresentaram projetos de lei que defendem o fim das propinas, enquanto o Chega propõe um regime que permitiria aos alunos adiar o pagamento das propinas para quando já estivessem a trabalhar.
O Parlamento aprovou o congelamento das propinas para o próximo ano. O Chega votou ao lado do PS e de toda a esquerda para "derrotar" o Governo que pretendia aumentar o valor das propinas já em 2026.
O Chega reverteu a sua posição e garantiu, no Parlamento, o congelamento das propinas proposto pelo Partido Socialista. Esta é contudo uma decisão que desagrada a Marçal Grilo, antigo ministro da Educação de um governo socialista.
O economista realça que o atual aumento de 13 euros são "insignificantes" para uma propina que já é de 697 euros e que se trata de "ajustar à inflação".
À Renascença, o presidente da Federação Académica do Porto defende que o aumento de 13 euros será "apenas o princípio", esperando-se subidas nos anos seguintes.
Estudantes devem milhões de euros em propinas. Ministro Fernando Alexandre diz que "há um processo de pagamento das bolsas que tem vindo a melhorar" ao longo dos anos.