Sétima edição do Fénix 25, exercício que simulou durante esta semana a resposta a um sismo de grande magnitude em Lisboa, percebeu que é preciso melhorar a capacidade de comunicação e uniformizar padrões de atuação.
"No mínimo deviam ter sido ouvidas todas as entidades para que fosse o mais objetivo possível", criticou o secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, sobre a divulgação das conclusões provisórias nesta quarta-feira sobre os incêndios florestais.
Mulher ficou presa entre a composição do veículo e a linha do cais da Senhora da Hora, no Porto, tendo sofrido ferimentos num braço, numa perna e na cabeça.
Barcos e helicópteros em operações para recolher pessoas que se refugiaram nos telhados. O rio Torre inundou na madrugada desta segunda-feria e cerca de 300 pessoas foram evacuadas.
O maior número de situações ocorreu na Área Metropolitana do Porto, com 59 ocorrências, e depois "o Algarve com 21 e a Grande Lisboa com 16", empenhando no total 720 operacionais e 282 veículos, acrescentou.
Exercício Fénix 25 decorre na capital e junta Exército, Proteção Civil, Autarquia, Cruz Vermelha e Polícias. Vai testar resposta a um sismo de grande magnitude. Decorre em Monsanto, numa estação de metro, escolas e universidades, num ginásio, além de outros espaços.
Presidente da Liga dos Bombeiros avisa que se o Governo adiar mudanças na carreira para "o próximo orçamento, para o próximo ano, nós não vamos aceitar".
As sub-regiões mais afetadas foram a Península de Setúbal, com 647 ocorrências, a Área Metropolitana do Porto, com 423 incidentes, e o Algarve, com 586 situações.