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  • Quando a luz falha, eles continuam ligados. Como se vive fora da rede elétrica?
  • Dona Rosário só quer regressar a casa, mas a Alcácer do Sal ainda não chegaram apoios

    Reportagem

    Dona Rosário só quer regressar a casa, mas a Alcácer do Sal ainda não chegaram apoios

    18 mar, 2026 - 06:30

    Quase um mês e meio depois das cheias em Alcácer do Sal, ainda há dezenas de casas e empresas por reconstruir. A presidente da Câmara lamenta que os apoios do Estado ainda não tenham chegado. “De cada vez que falo com alguém do Governo, dizem-me que estão a estudar, que vai ser rápido, mas a verdade é que não passa disso...”
  • Dona Rosário só quer regressar a casa, mas a Alcácer do Sal ainda não chegaram apoios

    Reportagem

    Dona Rosário só quer regressar a casa, mas a Alcácer do Sal ainda não chegaram apoios

    18 mar, 2026 - 06:30

    Quase um mês e meio depois das cheias em Alcácer do Sal, ainda há dezenas de casas e empresas por reconstruir. A presidente da Câmara lamenta que os apoios do Estado ainda não tenham chegado. “De cada vez que falo com alguém do Governo, dizem-me que estão a estudar, que vai ser rápido, mas a verdade é que não passa disso...”
  • “Dormia sentada na sala e sonhava com chuva”: as histórias de idosas que Marta encontrou ao percorrer o país

    Reportagem

    “Dormia sentada na sala e sonhava com chuva”: as histórias de idosas que Marta encontrou ao percorrer o país

    12 fev, 2026 - 14:55

    Marta Capelo tem 27 anos e vive em Queluz. Desde a tempestade, faz quase todos os dias a viagem até às aldeias mais afetadas da região centro. “Ficar no sofá já não era opção”, diz. Pelo caminho encontrou idosas que “não queriam estar a dar trabalho” e casas a jorrar água. Numa delas, a dona Idalina dormia sentada na sala para fugir à chuva que entrava pelo teto.
  • “Mesmo que as condições não sejam as melhores, pelo menos estamos na nossa casa”

    REPORTAGEM EM RIBEIRA DE FRADES

    “Mesmo que as condições não sejam as melhores, pelo menos estamos na nossa casa”

    12 fev, 2026 - 13:50

    Junto ao local onde a A1 ruiu há duas hipóteses: ou sair de casa ou contrariar as recomendações das autoridades. Há quem tenha passado a noite no carro, há quem tenha sido “obrigado” a ir dormir a casa de familiares, mas há também quem arrisque e quem tenha um barco “exclusivamente para os casos em que o rio rebente”.
  • “Vale mais ganhar 800 euros aqui do que 2.000 em Lisboa”. Penedono pede empregos para não perder mais jovens

    Presidenciais 2026/Reportagem Renascença

    “Vale mais ganhar 800 euros aqui do que 2.000 em Lisboa”. Penedono pede empregos para não perder mais jovens

    14 jan, 2026 - 06:30

    Não há ensino secundário, mas há “casas para viver” em Penedono. Os 2.800 habitantes têm o salário médio mais baixo do país e a sensação de que os políticos, quando aparecem, vão “só para perguntar o voto”. À saída dos jovens juntaram-se as chamas de 2025, que queimaram o “ouro” da terra. “Se nada for feito, vai ser muito complicado..."
  • Há 89 anos, Porto de Mós perdeu 36 crianças em instantes. "Tenho dias em que me dá a ideia de que ainda lá estou"

    Reportagem Renascença

    Há 89 anos, Porto de Mós perdeu 36 crianças em instantes. "Tenho dias em que me dá a ideia de que ainda lá estou"

    08 dez, 2025 - 11:30

    A 8 de dezembro de 1936, o piso de uma escola de Porto de Mós ruiu durante uma cerimónia religiosa. Morreram 44 pessoas, 36 crianças e oito adultos. 20 menores ficaram órfãos. Quase 90 anos depois, a tragédia ainda vive na memória coletiva e no testemunho raro de Clementina, uma das sobreviventes.
  • “As crianças não têm preconceitos, mas são ensinadas a ter.” O dia a dia numa escola com 46 nacionalidades

    Reportagem Renascença

    “As crianças não têm preconceitos, mas são ensinadas a ter.” O dia a dia numa escola com 46 nacionalidades

    02 dez, 2025 - 06:30

    No liceu mais antigo de Lisboa, onde as paredes guardam memórias de séculos, ouvem-se hoje vozes vindas de dezenas de geografias. Com 40% de alunos estrangeiros, os corredores enchem-se de diversidade, mas não são imunes ao contexto social. “Alguns miúdos sentem-se excluídos, ouvem insultos e muitas vezes não sabem onde falar sobre isso”, alertam os mediadores culturais.
  • Estas casas não são para velhos. "O idoso é para morrer abandonado no quarto"

    Grande Reportagem Renascença

    Estas casas não são para velhos. "O idoso é para morrer abandonado no quarto"

    18 nov, 2025 - 08:00

    Há cada vez mais idosos a viverem em quartos arrendados. Para uns, é uma realidade desde sempre, noutros a vida virou-se do avesso com a inflação. O dinheiro falta para quase tudo - e, em certos meses, até têm de escolher entre a renda da casa, o supermercado ou a farmácia. Eis o retrato de um país que só dá sinais de continuar a envelhecer.
  • Estas casas não são para velhos. "O idoso é para morrer abandonado no quarto"

    Grande Reportagem Renascença

    Estas casas não são para velhos. "O idoso é para morrer abandonado no quarto"

    18 nov, 2025 - 08:00

    Há cada vez mais idosos a viverem em quartos arrendados. Para uns, é uma realidade desde sempre, noutros a vida virou-se do avesso com a inflação. O dinheiro falta para quase tudo - e, em certos meses, até têm de escolher entre a renda da casa, o supermercado ou a farmácia. Eis o retrato de um país que só dá sinais de continuar a envelhecer.
  • O AVC deu-lhes outra oportunidade. Joana abrandou, Fernando deixou os vícios

    Reportagem Renascença

    O AVC deu-lhes outra oportunidade. Joana abrandou, Fernando deixou os vícios

    28 out, 2025 - 06:30

    Ela tem 43, ele tem 63. Sofreram ambos um acidente vascular cerebral (AVC) há quatro meses e reconhecem que tiveram sorte. A paragem forçada obrigou Joana e Fernando a viver de uma maneira diferente. O problema atinge cada vez mais pessoas em idade ativa e continua a ser a principal causa de morte e de incapacidade em Portugal. Estima-se que haja 25 mil novos casos de AVC todos os anos. Um em cada três doentes não sobrevive. Quem fica para contar a história nem sempre encontra respostas de reabilitação à medida das necessidades. O Dia Mundial do AVC assinala-se na quarta-feira.
  • O AVC deu-lhes outra oportunidade. Joana abrandou, Fernando deixou os vícios

    Reportagem Renascença

    O AVC deu-lhes outra oportunidade. Joana abrandou, Fernando deixou os vícios

    28 out, 2025 - 06:30

    Ela tem 43, ele tem 63. Sofreram ambos um acidente vascular cerebral (AVC) há quatro meses e reconhecem que tiveram sorte. A paragem forçada obrigou Joana e Fernando a viver de uma maneira diferente. O problema atinge cada vez mais pessoas em idade ativa e continua a ser a principal causa de morte e de incapacidade em Portugal. Estima-se que haja 25 mil novos casos de AVC todos os anos. Um em cada três doentes não sobrevive. Quem fica para contar a história nem sempre encontra respostas de reabilitação à medida das necessidades. O Dia Mundial do AVC assinala-se na quarta-feira.
  • “Filme de terror” de Alcafache foi há 40 anos. Sistema que permitiu colisão de comboios ainda existe em quatro linhas

    Reportagem

    “Filme de terror” de Alcafache foi há 40 anos. Sistema que permitiu colisão de comboios ainda existe em quatro linhas

    11 set, 2025 - 06:00

    Do choque entre um comboio Internacional e um Regional saíram chamas mortíferas. O cheiro a corpos queimados está na memória de muitos entre Nelas e Mangualde, assim como o erro na origem do cenário “aterrador”. Hoje, Portugal ainda tem linhas dependentes de chamadas entre estações para controlar os comboios. “É inegável que estamos a assumir mais risco, mas não é intolerável”, segundo um especialista.