O ataque ocorreu na quinta-feira, na aldeia de Mumu, a mais de 30 quilómetros da sede distrital, após o suposto grupo de terroristas atacar a comunidade.
Paul Kagamé é o homem forte do Ruanda desde julho de 1994, quando ele e a rebelde Frente Patriótica Ruandesa (RPF) derrubaram o Governo extremista hutu que instigou o genocídio que, segundo a ONU, fez mais de 800.000 mortos, principalmente entre a minoria tutsi.
O plano para o Ruanda foi uma das medidas do ex-primeiro-ministro conservador Rishi Sunak para tentar impedir que os imigrantes tentassem entrar no Reino Unido através do Canal da Mancha.
O líder do Partido Conservador afirmou que a escolha é entre ele e o rival Keir Starmer, líder do Partido Trabalhista, o qual alegou que "cancelará o plano e oferecerá aos imigrantes ilegais uma amnistia".
O governo inglês refere que o "Ruanda tem provado repetidamente a sua capacidade de oferecer aos requerentes de asilo a oportunidade de construírem vidas novas e prósperas com alojamento, educação, formação e emprego".