Portugal registou esta madrugada mais um sismo ao largo de Sines, com magnitude de 3.0. Para o especialista Paulo Henriques, a situação não é para alarme, mas é preciso que as pessoas estejam preparadas.
Reis Campos destaca que, em Portugal, "23,1% dos edifícios foram construídos há mais de 50 anos", e que, "de acordo com os Censos 2021, existem 498.700 edifícios a necessitar de reparações significativas".
Geofísico Fernando Carrilho aponta "questões a montante" preocupantes e o "potencial problema" de casas e infraestruturas antigas que "não estão preparadas para resistir a um sismo".
Associação Portuguesa de Seguros diz que a medida pagaria a maior parte dos estragos se ocorresse um sismo semelhante ao de 1755. José Galamba de Oliveira denuncia ainda que apenas uma em cada cinco habitações portuguesas tem seguro com cobertura antissísmica.
Associação Portuguesa de Seguros diz que a medida pagaria a maior parte dos estragos se ocorresse um sismo semelhante ao de 1755. José Galamba de Oliveira denuncia ainda que apenas uma em cada cinco habitações portuguesas tem seguro com cobertura antissísmica.
Presidente da Ordem dos Arquitetos aponta zonas históricas em Lisboa e no Porto como as mais preocupantes. Avelino Oliveira contraria Carlos Moedas e diz que mais de 10% dos edifícios em Lisboa precisam de reforço.