A HRANA está, ainda, a investigar outras 8.949 mortes que ainda não foram confirmadas como relacionadas com os protestos, pelo que o número final de mortos poderá triplicar.
Pezeshkian afirmou, numa publicação na rede social X: “Um ataque ao grande líder do nosso país é equivalente a uma guerra em grande escala contra a nação iraniana.”
Cientistas, académicos e meios de comunicação discutem há muito as causas da crise. Muito menos debatidas têm sido as soluções — e se ainda é possível mudar o rumo.
Entre os mortos há 54 mulheres e crianças. O anterior número oficial, datado de 15 de junho, era de 224 mortos, incluindo civis, comandantes militares e cientistas nucleares.