Executivo comunitário salientou que o teletrabalho duplicou na União Europeia desde 2019 e que um em cada cinco europeus (20,3%) trabalhava a partir de casa pelo menos parcialmente em 2024.
Os confinamentos obrigatórios forçaram milhares de pessoas a trabalhar em casa. Mas a tendência não ficou por aí. No final de 2024, havia mais portugueses em teletrabalho do que no segundo confinamento. Cada vez mais pessoas mudaram de carreira e abraçaram o remoto no pós-pandemia.
Cerca de um quarto (23,7%) desempenhou as suas funções sempre em teletrabalho, enquanto 835 mil o fez de forma regular, seja, alguns dias por semana, todas as semanas ou em semanas rotativas.
Há um novo mercado de trabalho português, mais tecnológico e digital, com salários mais altos, mas onde muitos empregos podem estar a prazo. É o que conclui a edição 2024 do Estado da Nação da Fundação José Neves.