O reeleito líder da FAP, que representa mais de 80 mil estudantes, salienta que "os mais desfavorecidos" não podem ser esquecidos e aponta o desejo de que o "Ensino Superior que seja um verdadeiro elevador social e que reconheça que todos os talentos merecem a mesma oportunidade".
Caso foi alvo de polémica no mês de setembro por abertura de 30 vagas ilegais em Medicina. Alunos em causa não obtiveram os 14 valores mínimos na prova de conhecimentos, mas têm agora de candidatar com uma média de licenciatura, ensino secundário e exames nacionais equivalente.
Fernando Alexandre afirmou que a "única ação" que desenvolveu "para ver se haveria base legal para criar as 30 vagas supranumerárias foi pedir um parecer à Inspeção Geral de Educação e Ciência".
O diretor da FMUP defendeu que o processo dos 30 candidatos ao curso de Medicina na U. Porto foi conduzido "de boa-fé" e lamentou que o reitor da Universidade não queira resolver um "problema que foi criado pela não homologação do ato legal na FMUP".
António de Sousa Pereira presta esclarecimentos no Parlamento sobre pressões para aceitar 30 candidatos ao curso de Medicina que obtiveram menos do que os 14 valores exigidos na prova de conhecimentos.
Durante a reunião de hoje, a comissão de Educação e Ciência aprovou ainda uma audição, com caráter de urgência, de Fernando Alexandre sobre o descongelamento do valor das propinas, que contou com a abstenção do PSD.