Luísa tem uma filha com paralisia e estica 720€ de salário. "O que o pobre vai fazer?”

23 dez, 2025 - 06:30 • Lara Castro , Alexandre Abrantes Neves

Todos os dias às 5h00 da manhã, Luísa enfrenta o frio e entra num autocarro a abarrotar para uma viagem de mais de uma hora até ao trabalho. Quando chega a casa, a filha Ró exige-lhe atenção máxima. Não ganha para as despesas, mas vai encontrando maneira de resistir: “Se não fosse a fé, já tinha morrido”.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.