Milhares de pessoas saíram às ruas da capital da Myanmar, este sábado, para saudar a primeira-ministra e Nobel da Paz Aung San Suu Kyi. A conselheira de Estado passou os últimos dias a defender o seu país de acusações de genocídio, no Tribunal Penal Internacional. A acusação foi feita pela Gâmbia, que disse ser sua obrigação, à luz do direito internacional, colocar um processo contra a Birmânia. Perante os juízes, Suu Kyi disse que não houve uma campanha orquestrada para perseguir os membros daquela minoria étnica. Desde 2017, 915 mil rohingyas tiveram de fugir para campos de refugiados no Bangladesh.
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