O Presidente da CIP pede transparência e clareza à UGT, no que diz e sobre o que quer para a reforma laboral. Armindo Monteiro garante que a confederação “não deita a toalha ao chão”, mas rejeita começar as negociações do zero. Em entrevista à Renascença, admite ter ficado surpreendido com a rejeição de um acordo e diz que a Central Sindical se terá sentido “empoderada” pelo Presidente da República. Explica ainda como podem os patrões pagar melhores salários.
Na próxima semana, continuará a aplicar-se uma redução das taxas de ISP de 8,3 cêntimos por litro no gasóleo e de 4,6 cêntimos na gasolina sem chumbo, indica o Ministério das Finanças.
As licenças para construção e reabilitação de edifícios habitacionais caíram 14,1% em janeiro, em termos homólogos, tendo os fogos licenciados em novas construções recuado 16,9% e o consumo de cimento descido 5,6%, segundo a AICCOPN.
A descida será maior no gasóleo do que na gasolina, mas também tem sido no diesel que os aumentos têm sido maiores depois do início da guerra no Médio Oriente.
Em entrevista à Renascença, o presidente da CIP admite que “não esperava” que a UGT rejeitasse o acordo para rever a Lei Laboral. Armindo Monteiro diz que a central sindical “sentiu-se empoderada” pelas declarações do Presidente da República, que durante a campanha eleitoral apelou aos parceiros sociais para que chegassem a um entendimento.
João Paulo Batalha lembra que o Governo e o PSD não podem avançar sozinhos com a medida. Ficará claro quem irá alinhar no Parlamento com a proposta de lei.
Pedro Castro, especialista em aviação, diz que foram as mudanças no IRC a pressionar em baixa os lucros da TAP e lembra que o comprador não vai poder alterar a morada fiscal para melhorar os números da companhia aérea, porque vai ter uma posição minoritária.