04 dez, 2024 - 18:20 • Lusa
A FIFA vai obrigar os clubes a colocarem em campo as suas equipas mais fortes no Mundial, entre 15 de junho e 13 de julho de 2025, nos Estados Unidos, sob pena de receberem sanções disciplinares.
Disputado anualmente desde 2005 pelos seis campeões continentais, mais um clube do país anfitrião, o Mundial adotará uma periodicidade quadrienal a partir de 2025 em pleno final de época na Europa e realiza-se de 15 de junho a 13 de julho, nos Estados Unidos.
Os 32 emblemas, de cinco confederações, incluindo Benfica e FC Porto, serão sorteados na quinta-feira por oito grupos, de quatro equipas cada, sendo que os dois primeiros colocados rumam à fase a eliminar, que terá jogos a uma mão a partir dos oitavos de final.
Dos 32 participantes, 31 apuraram-se com base no desempenho na principal competição continental da sua confederação, de 2021 a 2024, e no ranking publicado pela FIFA em dezembro de 2023, enquanto a vaga remanescente ficou para o país anfitrião do Mundial.
Em outubro, logo após a conquista da fase regular da Liga norte-americana (MLS), o Inter Miami, de Lionel Messi, teve a sua presença confirmada pelo organismo, apesar de, mais tarde, ter perdido nos play-offs com o Atlanta United e falhado o título de campeão nacional, que será decidido no sábado entre New York Red Bulls e Los Angeles Galaxy.
O regulamento veta a participação de clubes administrados direta ou indiretamente pelos mesmos acionistas, mas o Grupo Pachuca controla os mexicanos do León e do Pachuca, vencedores da Liga dos Campeões da CONCACAF em 2023 e 2024, respetivamente.