17 mar, 2025 - 18:31 • Redação
A Google anunciou que, durante este ano, o Assistente Google “deixará de estar acessível na maior parte dos dispositivos móveis o disponível para novos downloads”.
Em comunicado, a gigante tecnológica referiu que o Gemini, a inteligência artificial generativa feito pela própria, será a nova substituta do serviço lançado em 2016.
“Durante os próximos meses, nós vamos atualizar mais utilizadores em dispositivos móveis do Assistente Google para o Gemini”, refere a empresa.
Segundo o comunicado, a mudança justifica-se pela utilização cada vez maior do modelo de inteligência artificial. Para o Gemini poder ser usado, é necessário que o dispositivo em questão tenha pelo menos 2 gigabytes de memória RAM e o sistema operativo Android na versão 10 ou superior. No entanto, dispositivos que não cumpram estas características vão continuar a usar o Assistente tradicional.
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Há também a promessa de atualizar, ainda este ano, para o Gemini dispositivos que se conectam aos telemóveis, como relógios e auscultadores, além de tablets e carros. Atualmente, o modelo de inteligência artificial já cumpre a maior parte das funções do Assistente como tocar música ou definir alarmes.
No entanto, traz outras funções comuns a outros modelos como ChatGPT, como manter uma conversação.
A linha de telemóveis Google Pixel 9 marcou a transição para o Gemini quando este foi introduzido como assistente padrão. Mais tarde, também a Samsung passou a adotar o modelo da Google como alternativa ao seu próprio, a Bixby, quando a linha S25 foi lançada.
Apesar de não haver datas para uma substituição completa para a Inteligência Artificial da Google, espera-se que o Android 16 passe a trazer só o Gemini.