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Incêndios. Força Aérea recebeu o quarto dos nove helicópteros para combate aéreo

03 abr, 2025 - 21:50 • Lusa

Novo helicóptero vai ficar sediado em Ovar e, nas próximas semanas, vai passar por uma fase de testes até à aceitação final pela Força Aérea.

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A Força Aérea Portuguesa recebeu esta quinta-feira o quarto dos nove helicópteros destinado ao combate aéreo de incêndios rurais e à projeção de forças no terreno, integrando estes meios aéreos a capacidade própria do Estado.

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Segundo a Força Aérea Portuguesa (FAP), trata-se de helicópteros UH-60 Black Hawk que permitem o transporte de uma equipa de 12 bombeiros totalmente equipados e capacidade de transportar até 2.950 litros de água por largada, além de terem uma autonomia de voo de 2:30.

O novo helicóptero vai ficar sediado em Ovar e, nas próximas semanas, vai passar por uma fase de testes até à aceitação final pela Força Aérea, explica a FAP em comunicado, referindo que a entrega dos restantes helicópteros está prevista para até final de 2026.

A FAP indica que os tripulantes da Esquadra 551 estão atualmente numa fase de aquisição de qualificações essenciais à operação do meio aéreo e cumprimento das respetivas missões, prevendo-se que essa fase esteja concluída no próximo ano, salientando que o combate aéreo de incêndios rurais e "a projeção de forças no terreno são missões de extrema exigência, o que obriga a um plano prolongado de treino e de qualificações, que garantam o cumprimento das operações com eficiência e segurança".

O Governo português transferiu em 2018 para a gestão da Força Aérea os meios próprios do Estado para o combate a incêndios rurais. Nesse sentido foram assinados contratos de aquisição de seis UH-60 Black Hawk, em grande parte financiados com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), tendo os primeiros dois helicópteros entregues em novembro de 2023 e o terceiro em dezembro de 2024.

Em setembro do ano passado, a Força Aérea assinou o contrato para a aquisição de mais três helicópteros bombardeiros médios UH-60 Black Hawk, através do concurso público autorizado pela Resolução do Conselho de Ministros, também com verbas do PRR, aumentando assim a frota para nove.

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  • Terá de ser
    04 abr, 2025 Portugal 07:47
    Impõe-se por a Força Aérea a combater incêndios e a transportar doentes, deixando de pagar fortunas ao cartel do fogo (privados) e a agências privadas de transporte. Claro que para ser assim é preciso investir na aquisição tanto de meios humanos como materiais. Pena é ter de ser material americano, mas enquanto a indústria militar europeia não tiver alternativas em termos de qualidade e preço... Lá terá de ser.

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